Estamos de volta com mais uma teoria da conspiração envolvendo a
participação dos EUA no atentado terrorista ocorrido em 11 de Setembro.
As desconfianças se agravaram depois de Vladimir Putin ter afirmado
estar na posse de documentos que provam esse envolvimento, velando
ameaças, elemento que agrava o desconforto gerado pelas sucessivas más
explicações à opinião pública. Com boa parte do oriente médio em estado
de sítio, com a Ucrânia mergulhada na guerra civil, com a Grécia a
negociar partilhas, com a generalidade dos BRIC em acentuado
abrandamento da era dos milagres, a estratégia do medo pode acabar por
só dar medo a quem ainda tem alguma coisa a perder.
Para agravar o sentimento de conspiração, morreram neste mês de
fevereiro três jornalistas que trabalhavam num documentário sobre o
envolvimento do governo norte-americano na alegada demolição das torres
gêmeas.
São eles o ex-repórter internacional da NBC Ned Colt, o
correspondente da CBS News Bob Simon, e o jornalista do New York Times
David Carr. Outro nome que merece ser citado é o de Brian Willians(à direita).
O mentor do site de notícias
independentes teria sido o jornalista David Carr. Carr estava seriamente
desiludido com o New York Times pela cobertura que estava sendo
realizada na guerra da Ucrânia: “e não só por não dizer a verdade, mas
também pelos emblemas nazistas nos capacetes de soldados leais ao regime
da Ucrânia lutando contra os rebeldes” – ele teria dito a amigos.
Outro que trabalhava muito com Williams e
Carr neste projeto do vídeo do 9/11, foi Ned Colt, que após sair de NBC
News, passou a se dedicar a projetos de ajuda humanitária e ao Comitê
Internacional de Resgate. Por sua vez, Bob Simon, que durante sua
carreira, ele cobriu crises, guerras e tumultos em 67 países,
considerava “extremamente lamentável” a manipulação dos meios de
comunicação no período prévio à guerra dos Estados Unidos no Iraque.
No dia 10 de Fevereiro o jornalista da NBC Ned Colt, de 56 anos, morreu por um alegado ataque cardíaco.
Nascimento: 27 de abril de 1956, Filadélfia, Pensilvânia, EUA
Falecimento: 10 de fevereiro de 2015, Boston, Massachusetts, EUA
Um dia depois, dia 11 de Fevereiro, o jornalista da CBS Bob Simon, de
73 anos, lendário apresentador do programa ’60 Minutes’, morreu num
acidente de automóvel onde o condutor do táxi onde seguia alegadamente
perdeu o controle da viatura.
Nascimento: 29 de maio de 1941, Bronx, Nova Iorque, EUA
Falecimento: 11 de fevereiro de 2015, Manhattan, Nova Iorque, EUA
Mais 24 horas depois, no dia 12 de Fevereiro, o jornalista do The New
York Times David Carr, de 58 anos, morreu na redação do jornal depois
de uma indisposição, tendo a autópsia revelado, posteriormente, que
sofria de câncer do pulmão.
Nascimento: 8 de setembro de 1956, Hopkins, Minnesota, EUA
Falecimento: 12 de fevereiro de 2015, Nova Iorque, Nova Iorque, EUA
Pode ser só uma coincidência que no intervalo de apenas três dias,
três jornalistas perdessem a vida em circunstâncias suspeitas. O
problema, que naturalmente dá lugar a várias especulações, é que todos
eles estavam trabalhando num documentário que aprofundava a pista do
envolvimento dos EUA nos atentados às torres gêmeas, a 11 de Setembro de
2001.
A credibilidade sobre qualquer atentado nesta era abalará por certo
todas as certezas que se têm vendido desde o abalo das torres até à
diabolização islâmica na ressaca de Charlie Hebdo. Quem tem ganho com
tudo isto tem que ser mais do que parecer sério, e cada vez parece
menos.
Os três jornalistas mais Brian Williams, que teve de renunciar à NBC
por mentir sobre uma notícia do Iraque, tinham formado uma companhia
independente de notícias no mês passado e apresentaram os documentos de
segurança necessários que lhes permitiriam o acesso ao arquivo mais
secreto do Kremlin, onde se encontrariam alegadas provas relacionadas
com os atentados de 11 de Setembro de 2001.
Em relação a esses arquivos do 11 de setembro em poder do Kremlin, o presidente Putin tinha alertado que iria divulgá-los.
Os especialistas norte-americanos acham que, apesar do fato das
relações entre os EUA e a Rússia terem chegado no ponto mais grave desde
a Guerra Fria, Putin entregou até Obama problemas menores. Os analistas
acham que isto é só a “calma antes da tempestade”.
Putin iria atacar e estaria a preparar o lançamento de provas da
participação do governo dos Estados Unidos e dos serviços de
inteligência nos ataques do 11 de Setembro. O motivo para o engano e o
assassinato de seus próprios cidadãos terá servido aos interesses
petroleiros dos Estados Unidos no Médio Oriente e das suas empresas
estatais. O pivô da empresa de notícias em vídeo independente que
pretendia descobrir a verdade do 11 de setembro foi David Carr, quem no
New York Times foi um valedor de Edward Snowden e após ter visto o
documentário Citizenfour, tratou de ir dormir “mas não podia”. Carr
estava seriamente desiludido com o New York Times pela elaboração da
memória da guerra da Ucrânia “e não só por não dizer a verdade, mas
também pelos emblemas nazistas nos capacetes de soldados leais ao regime
da Ucrânia lutando contra os rebeldes”. Outro que trabalhava muito com
Williams e Carr neste projeto do vídeo do 11 de setembro, foi Ned Colt,
quem após sair de NBC News continuava sendo um amigo de toda a vida de
Williams e aperfeiçoou suas habilidades humanitárias enquanto trabalham
no Comitê Internacional de Resgate. Por sua vez, Bob Simon considerava
“extremamente lamentável” a manipulação dos meios de comunicação no
período prévio à guerra dos Estados Unidos no Iraque.
Após a destruição da imagem de Williams, e a estranha morte de Carr,
Colt e Simon, o regime de Obama enviou um “mensagem clara” à elite
norte-americana quanto à exposição dos seus segredos mais obscuros. Pior
ainda, as elites dos meios nos EUA agora fogem de medo e o regime de
Obama ameaça agora os meios de comunicação alternativos com ilegalizar
todos os sites dissidentes. Para isso há uma escandalosa proposta
legislativa para classificar qualquer crítica contra a polícia nas redes
sociais como um “crime de ódio”.
Fontes: Verdade Mundial
Ah Duvido