Will Smith no filme “Eu, Robô” de 2004: vamos evitar esse futuro?
Chamado de “Centro para o Estudo do Risco Existencial”, ele vai servir para rastrear as chances da raça humana ser dizimada por quatro grandes ameaças, sendo a inteligência artificial uma delas. O professor de filosofia Huw Price, um dos fundadores dos centros, disse que “temos que começar a pensar com seriedade sobre o fato de que [...] a tecnologia tem potencial para ameaçar nossa existência” e completa dizendo que é preciso entender melhor quais são esses riscos.
Outro dos fundadores é Lord Rees, um dos astrônimos mais conceituados do mundo. Ele é autor do livro “Our Final Century” sobre como a humanidade pode estar caminhando para a própria extinção com a inteligência artificial. Se existe alguém que entende bem esse risco, Rees é o cara.
As outras três grandes grandes ameaças à existência da humanidade que o centro de pesquisas deve estudar são o aquecimento global, a guerra nuclear e o mau uso de biotecnologia. Mas é seguro dizer que, dada a evolução da tecnologia atual, a inteligência artificial é mesmo a principal ameaça.
Ou talvez eu esteja assistindo filmes demais.

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