A Ciência está repleta de mentes brilhantes…. e algumas um tanto bizarras. As vezes, ela passa um pouquinho do limite e se arrisca em terras em que não deveria pisar. É o caso dessas pesquisas esquisitas: na busca pelo saber, a Ciência vai além e acaba criando esses estudos um tanto excêntricos. Confira essa lista com 20 pesquisas científicas bizarras e hilárias:
Cientistas da Universidade da Califórnia descobriram que o processo neurodegenerativo responsável pela demência também causa o deterioração de regiões do cérebro responsáveis pela detecção da hipocrisia e incoerências no razoamento das outras pessoas. Os pesquisadores mostraram vídeos para 175 voluntários de pessoas sarcásticas e constaram que as que sofriam de alguma dêmencia não conseguiram identificar o sarcasmo.
O site OKCupid de vez em quando faz umas pesquisas inusitadas através do microblogging e constatou, com uma amostragem de 21.315 pessoas entre 18 e 24 anos, que as pessoas que utilizam Twitter se masturbam mais do que as pessoas que não utilizam o serviço. Agora já sexo ainda não temos dados.
Beber álcool não é visto com bons olhos para se ter uma boa memória. Porém, um estudo da Universidade do Texas, EUA, encontrou evidências de que o consumo frequente de etanol aumenta a plasticidade sináptica no cérebro, o que sugere que a dependência de álcool e de drogas é um distúrbio de memória e de aprendizagem. Segundo a pesquisa, o álcool toma controle do sistema dopaminérgico e diz ao nosso cérebro que o que estamos fazendo é “gratificante” e vale a pena repeti-lo. Aprendemos também que ir ao bar ou conversar com os amigos é igualmente gratificante. “As pessoas geralmente pensam na dopamina como um transmissor de felicidade ou de prazer, mas de forma mais precisa, é de um transmissor de aprendizagem“, diz o líder do estudo, Hitoshi Morikawa.
Em uma pesquisa feita nos EUA, 75% dos participantes assumiu usar o linguajar fofinho com o parceiro. E, segundo os pesquisadores, os casais que falavam nesse dialeto demonstraram maior satisfação, intimidade e segurança no relacionamento, além de terem uma vida sexual mais movimentada. Não é tifofo?
Pelo menos na matemática, um novo estudo publicado na revista“Comportamento”
Direto do Canadá e da Escócia, pesquisadores descobriram que inconscientemente analisamos o tom de voz de nossos parceiros para medir o “perigo” de sermostraídos. A explicação é que um tom de voz mais grave (no caso dos homens) ou mais agudo (nas mulheres) indica níveis maiores de testosterona e estrogênio, hormônios que aumentam a propensão a trair.
A Organização das Nações Unidas (ONU), concluiu que a taxa de fertilidade
Em um estudo, mais de cem pessoas tiveram de dizer se 50 objetos se encaixavam parcial ou totalmente ou se não se encaixavam em nenhuma das categorias apresentadas. As mulheres tinham 23% mais chances de escolher a opção parcial. Suas respostas indecisas foram dadas a perguntas polêmicas, como “A pintura é uma ferramenta?” ou “O tomate é uma fruta?”. A maioria dos homens ficava feliz ao decidir, por exemplo, que um tomate é uma fruta (ou não), enquanto as mulheres diziam que ele “meio que” pertence à categoria das frutas.
A Universidade de Milão analisou casais de 94 países e constatou: as pessoas ficam mais infelizes quando têm filhos. Os pesquisadores atribuíram esse efeito às despesas geradas pelas crianças, que levam ao empobrecimento e à queda na felicidade dos pais. Segundo o estudo, ter filhos só traz felicidade a pessoas ricas ou viúvas.
Pesquisadores da Universidade de Berkeley, constataram que o auge do controle das emoções chega aos 60 anos. É nessa idade que as pessoas são mais capazes de enxergar características positivas nos acontecimentos da vida, ou seja jovem otimista é uma lenda.
Uma boa desculpa para seu chefe aceitar que você possa pegar um pouco mais tarde no expediente veio diretamente da Universidade de Londres. Em média as pessoas de QI alto caem no sono à 1h44 – uma hora mais tarde do que os desprovidos de inteligência. A análise foi feita com 20 mil pessoas e concluiu que ficar acordado até tarde é um sinal de curiosidade e vitalidade intelectual.
Um estudo seríssimo da Universidade de Bern, na Suiça e publicado no Journal of Forensic and Legal Medicine, estudaram o estrago causado nas cabeças de pessoas que foram atingidas por garrafas de cervejas cheias e vazias. Na simulação eles descobriram que são necessários 10 joules a mais de energia para quebrar as garrafas vazias do que as cheias, mas uma garrafa cheia exerce 70% mais força de impacto no crânio. A conclusão foi de que garrafa cheia ou vazia sua cabeça tá ferrada do mesmo jeito.
Sempre que uma mulher é promovida no trabalho o boato principal é que ela está dando para o chefe, mas uma pesquisa realizada pela ong Center for Work-Life Policy descobriu que 15% das mulheres admitiram ter feito sexo com seus chefes e em 37% desses casos, a mulher foi promovida.
Se o seu candidato ganha uma eleição, é certo que você vai olhar páginas pornô. Essa é a afirmação de um estudo da Universidade Rutgers, que avaliou as eleições americanas e constatou que, onde Barack Obama foi o mais votado, as buscas por sites eróticos subiram no dia da eleição.
Uma pesquisa direto da Universidade de Gabriele d’Annunzio, na Itália concluiu que somos mais propensos a atender a um pedido feito no ouvido direito. Pesquisadores foram a balada e pedindo cigarros no ouvido direito e esquerdo das pessoas e curiosamente receberam mais cigarros quando pediram no ouvido direito. Uma teoria é que o reflexo da superioridade do hemisfério esquerdo do nosso cérebro processa mais informações verbais. Ta aí uma dica quando você for pedir dinheiro emprestado para o seu gerente.
Pesquisadores descobriram que comer um prato de espinafre todos os dias realmente aumenta a eficiência muscular.
Seus músculos tendem a reduzir em 5% a quantidade de oxigênio necessária para o funcionamento, caso você consuma 300 gramas de espinafre por dia. O autor do estudo, Eddie Weitzberg, do Instituto Karolinska, de Estocolmo deu a um grupo de voluntários durante três dias suplementos puros de nitrato em uma quantidade equivalente à encontrada em um prato de espinafre. No começo e no final da experiência, os voluntários pedalaram em uma bicicleta ergométrica enquanto era medido seu consumo de oxigênio, que foi entre 3% e 5% menor do que no final da atividade. “É um efeito profundo e significativo. Demonstra que Popeye tinha razão”, comenta o especialista. Agora vai explicar isso para uma criança e vê se muda alguma coisa.
Fontes Primárias: Lista 10 e Detailedworld
Fontes consultadas: Hypescience, R7, Estadão, Superinteresante, Msnbc.com e Orgãos oficiais das informações.
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