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terça-feira, 22 de outubro de 2013
“Batman e Superman usarão ternos, haverá capas envolvidas, haverá ação, haverá empolgação… [Zack Snyder, diretor, e David Goyer, roteirista] criaram uma ótima história envolvendo esses personagens fantásticos”, disse ele à Variety.
O executivo também foi perguntado sobre a participação de outros super-heróis da DC no filme, e resolveu focar na Mulher-Maravilha, que vem sendo cotada para dividir a cena com Batman e Superman.
“Temos pensado durante anos em como usar todos esses personagens que amamos. A Mulher-Maravilha é incrível. Acho que é uma ótima oportunidade tanto para um sucesso de bilheteria como para termos uma heroína incrivelmente poderosa [...] Estamos conversando tudo seriamente e tentando planejar isso respeitosamente para maximizar a histórias desses personagens o melhor que pudermos. Então tudo que tem sido especulado são coisas em que pensamos”, declarou Silverman, que não confirmou nem negou a presença da heroína no longa.
Stan Lee sugere sua participação em Batman vs. Superman
Esta continuação de O Homem de Aço, que juntará Superman e Batman, teve sua primeira cena rodada no final de semana – veja vídeos e fotos dos bastidores. As filmagens principais acontecem em fevereiro; o lançamento está marcado para 17 de julho de 2015.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Ele disse que o jovem Superman falecerá durante o arco de histórias “Krypton Returns”, em que se sacrificará pelo universo. A revista passará a ser estrelada por Jon Lane Kent, o filho de Clark Kent e Lois Lane num futuro alternativo, a partir de Superboy #26.
Como o roteirista tem histórico de fazer pegadinhas em convenções, fica a dúvida se esse destino trágico realmente acontecerá. Por enquanto, a DC não se pronuncia sobre o assunto.
Muito se falou sobre o final de Homem de Aço. A controversa cena em que Jor-El é obrigado a tomar uma medida drástica para evitar que Zod continuasse com sua vingança desenfreada foi recebida com sentimentos mistos entre os fãs. Muitos acharam que o escoteiro passou dos limites, outros afirmaram que a cena foi necessária e significante para a construção do personagem. Acompanhe nossa lista com os 10 momentos mais controversos das HQ’s.Em nossa lista incluiremos não somente os eventos relacionados diretamente as HQ’s, mas toda mídia relacionada aos heróis dos quadrinhos seja em filmes, séries, propagandas de cereal ou onde quer que seja. Sem mais demora, vamos à lista.
10. Superman mata Zod (1988)
Superman #22 será citado por uma razão bem óbvia. Jor-El mata o General Zod, aparentemente, a sangue frio, estabelecendo um precedente para argumentar contra aqueles que dizem que o Superman não mata.
Na história, Superman é transportado para um universo paralelo onde a Terra foi dizimada por Zod e seus lacaios. A decisão do escoteiro é justa, mas alguns anos depois o herói se sente culpado e acaba consumido pela loucura, exilando-se do planeta.
Esta foi a última edição escrita pelo renomado John Byrne e é um marco que poucos escritores conseguiram igualar.
9. Marvel Mangaverso (2000 – 2002)
Marvel Mangaverso foi uma tentativa da editora de tentar se aproximar dos leitores das publicações japonesas, moda que explodiu nos Estados Unidos no final dos anos 90. A publicação apresentava os principais personagens da Marvel em versão Mangá com seus tradicionais olhos gigantes e garotas indefesas em uniforme escolar. A adaptação não foi muito bem recebida e a série foi cancelada após 13 edições. No Brasil, as edições foram publicadas pela Panini entre 2002 e 2003.
8. Hal Jordan Supervilão (1994)
Em 1994, a DC Comics achava que Hal Jordan não combinava com o público adolescente que eles estavam tentando atingir e decidiram eliminar o personagem. Embora a morte de Hal Jordan pudesse ser uma história interessante e mais do que suficiente para saciar os desejos da editora, a DC decidiu que a melhor maneira para se livrar de Hal seria transformá-lo em um louco psicopata.
Hal mata diversos de seus companheiros Lanternas e quase todos os Guardiões de OA para se redimir em um ato heroico onde reacende o sol com seu sacrifício. Em 2004, toda a situação foi atribuída à possessão do corpo do lanterna por Parallax.
7. A Morte de Magneto (2004)
Como muitos personagens de HQ’s, Max Erik Magneto Lehnsherr Eisenstadt, já morreu diversas vezes, apenas para reaparecer com uma explicação bem fajuta sobre como ele teria enganado a morte.
Em “New X-Men” de Grant Morrison, Magneto consegue derrotar os X-Men e conquistar Manhattan. O vilão mata Jean Grey pela enésima vez e tem sua cabeça decepada por Wolverine, que vinga a morte de sua amada.
Os executivos da Marvel não gostaram nada do desfecho da história e contrataram Chris Claremont para escrever um novo arco onde Magneto aparecia e dizia: “Ei pessoal, o cara que vocês mataram era só muito parecido comigo e tinha quase os mesmos poderes que os meus, mas eu ainda estou vivo, hein!”
Morrison disse que decidiu matar Magneto para que a dinâmica entre os pensamentos de Erik e os X-Men fosse alterada e desse uma nova era de possibilidades criativas. O escritor ficou tão decepcionado com a história de Claremont que nunca mais trabalhou para a Marvel.
6. A segunda saga do clone do Homem-Aranha (1994-1996)
A DC ainda estava na onda de grandes sagas como A Morte do Superman e A Queda do Morcego, mas a equipe de roteiristas da Marvel estava tendo problemas em pensar em algum elemento tão dramático como Bane quebrar a coluna de Batman ou Superman ser morto por um monstro cinza e espinhento!
Isso até o escritor Terry Kavanagh dar a ideia de continuar a saga do clone de 1973, com um toque notável: “Um clone perdido do Homem-Aranha que se revelaria como o verdadeiro Peter Parker.”
A manobra permitiria que os escritores “rebootassem” a série, introduzindo novas histórias, vilões e personagens secundários, mas os fãs não gostaram das mudanças. Depois de diversas demissões de roteiristas e uma espécie de motim por parte dos editores, a Marvel decidiu voltar atrás, Ben Reilly foi morto e o universo do aranha voltou ao mais próximo do normal.
5. A votação pela morte de Robin
Depois de Dick Grayson deixar Batman para liderar os Novos Titãs, ele foi substituído por Jason Todd que, por estranha coincidência, também era órfão de acrobatas assassinados e foi bem aceito pelo público em geral.
Isso mudou após Crise nas Infinitas Terras, a empresa resolveu alterar drasticamente a origem de Todd para um órfão viciado em drogas que foi pego por Batman enquanto tentava roubar as rodas do Batmóvel. Além disso, a personalidade do sidekick foi alterada e muitos fãs passaram a vê-lo como um pentelho amarrando as histórias do Cavaleiro das Trevas. Assim, quando a DC resolveu dar voz aos fãs e iniciar uma votação via telefone para decidir o futuro de Todd, vimos o Robin ser brutalmente espancado pelo Coringa e deixado para morrer em um armazém em chamas.
A morte de Jason Todd se tornou uma peça chave na mitologia de Batman… até 2005, quando foi revelado que Todd sobreviveu e se tornou o letal vigilante Capuz Vermelho.
4. Um Dia a Mais (2007)
Basicamente, toda a história construída ao longo de décadas foi alterada por um evento que apagou os acontecimentos da vida de Peter Parker para salvar sua tia May.
O escritor Michael Straczynski discordou tanto do resultado final que chegou a pedir para que seu nome fosse retirado da revista. Em 2007, a IGN declarou que “One More Day” foi o pior arco publicado pela Marvel.
Por outro lado, ninguém menos que Stan Lee, elogiou a coragem da decisão.
3. Crise de Identidade (2004)
Mais uma saga que dividiu os fãs. Muitos dirão que Crise de Identidade é a melhor coisa que já aconteceu no Universo DC, outros dirão que foi o pior acontecimento. Embora do ponto de vista de vendas, foi um sucesso considerável.
Sem detalhar muito o enredo, foi uma tentativa de se injetar elementos mais dark e temáticas mais adultas aos personagens da DC em geral, principalmente à Liga da Justiça.
Os críticos chamaram atenção para a abordagem aos direitos das mulheres (em particular, ao estupro de Sue Dibny) e muitos fãs disseram que essa nova abordagem estava destruindo as origens e as histórias construídas pelos personagens ao longo dos anos.
2. Ultimate Marvel: Ultimatum (2008)
O Universo Ultimate da Marvel foi lançado em 2000 como forma de revitalizar personagens populares da editora e propriedades que acabaram tornando-se confusas ao longo dos anos, chegando em alguns casos a superar suas identidades originais.
Mesmo que uma das regras básicas desse universo fosse a ênfase no “realismo,” os títulos estavam recheados de humor babaca e ação blockbuster.
Alguns anos mais tarde, Jeph Loeb estava no comando de Ultimatum, um amplo universo de crossovers onde diversos personagens foram comidos vivos, tanto foi que quando a série foi rebootada, poucos personagens ainda estavam vivos. A reação da crítica foi quase 100% negativa, a narrativa era confusa e havia diversas tramas que não chegaram a lugar nenhum.
1. Crise das Infinitas Crises
É certo dizer que Crise nas Infinitas Terras de 1985 alterou os eventos dos super-heróis dos quadrinhos pra sempre. Um ano inteiro onde diversos personagens sofreram modificações, heróis morreram, o velho conceito de multiverso foi abandonado e a DC pôde simplificar radicalmente seu universo ficcional.
Apesar de ter dado sequência a diversos arcos memoráveis, isso abriu uma válvula de escape para DC que lançava mão de uma “Crise” para se livrar de alguma pedra no sapato. Os eventos pós-crise original levaram a Hora Zero: Crise no Tempo, Contagem Regressiva para Crise Infinita, Crise Infinita e Crise Final.
Finalmente, a DC cansou de tanta crise e decidiu rebootar todo seu universo de uma vez após os eventos de Flashpoint, relançando seus títulos nos Novos 52 e trazendo de volta a esperança dos fãs de conseguirem ler seus quadrinhos sem precisar temer uma explosão que altere a história novamente.
Adaptado da Mandatory
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Não sei vocês, mas sempre curti ver personagens de quadrinhos, séries ou mangás em diferentes traços. Vivo postando aqui crossovers, ilustrações e coisas do tipo. Dessa vez apresento a interessante perspectiva que o desenhista Rawsly criou de alguns heróis e vilões.
Hahahaha, muito bom! Da vontade de abraçar e apertar as bochechas de todos.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Heróis são definidos pela grandiosidade de seus vilões e no Universo DC existem alguns super vilões memoráveis. Preparamos uma lista com os 7 maiores malfeitores da DC Comics, vilões que algumas vezes chegam a brilhar mais que seus adversários justiceiros. Confira a lista clicando em Leia Mais!
Alguns dos maiores vilões não tem super-poderes mas conseguem ser quase tão conhecidos quanto os próprios super-heróis. Acompanhe a lista dos 7 personagens que contribuem para enriquecer o universo de seus algozes.
7. Apocalypse
O vilão responsável pela morte de Superman foi criado por Dan Jurgens em Superman: The Man of Steel #18, de 1991. Sua maldade está incorporada selvageria e indestrutibilidade, um verdadeiro Hulk da DC. Ele foi apresentado pela primeira vez na TV no desenho da Liga da Justiça dublado pelo próprio Spawn, Michael Jai White. Sam Witmer interpretou o personagem Davis Bloome, que se transformaria em Apocalypse na temporada de 2009 da série Smallville.
6. Bane
Um vilão, relativamente, recente do homem morcego. Bane foi criado por Chuck Dixon, DOug Moench e Graham Nolan em Batman: Vengeance of Bane #1, em 1993. Ele era um vilão mortal por ser “alimentado” por Venom, droga que Batman foi viciado por um breve período em Legends of the Dark Knight. Bane tinha a anatomia e o traje de um lutador de Lucha Libre. A maior ameaça de Bane é ele conhecer o segredo de Bruce Wayne e lentamente atraí-lo para sua armadilha. Em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, o Venom não é mencionado, mas a entonação de sua voz encaixou perfeitamente no vilão.
5. Exterminador
O assassino mortal foi introduzido em New Teen Titan #2 em dezembro de 1980 por Marv Wolfman e George Perez. Seu nome original, nos EUA, era Terminator, mas foi alterado para Deathstroke, apesar de ainda ser conhecido como Exterminador, no Brasil. O mercenário ganhou seu próprio título no reboot dos Novos 52 e passou a ser mais um anti-herói do que vilão.
4. Sinestro
Vilão e aliado do Lanterna Verde, Sinestro foi criado por John Broome e Gil Kane em Lanterna Verde #7, de 1961. Geof Johns deu mais profundidade ao personagem e fez dele o líder dos Lanternas Amarelos. Recentemente, Mark Strong deu vida ao personagem em Lanterna Verde de 2011. O personagem foi retratado brilhantemente, mas seu potencial como vilão esteve um pouco perdido por conta do roteiro confuso.
3. Lex Luthor
Maior vilão de Superman, criado por Jerry Siegel e Joe Shuster o personagem não deu as caras até a edição 23 de Action Comics. Visualmente, Luthor é apenas um cientista louco e careca até ganhar seu traje de guerra desenvolvido por George Perez. Gene Hackman deu vida ao vilão em Superman, Superman 2 e Superman IV. O jovem Luthor foi memoravelmente interpretado por Michael Rosenbaum em Smaillville de 2001 a 2008.
2. Darkseid
Um dos maiores vilões da DC de todos os tempos, Darkseid foi criado por Jack Kirby em Superman Pal Jimmy Olsen #134 de 1970. O vilão ganhou destaque na recente Justice League #1 de Geoff Johns e Jim Lee. Mas nunca foi tão ameaçador quanto nas mãos de seu criador original, Kirby, Darkseid deu as caras na TV nos Superamigos, dublado pelo lendário Frank Welker.
1. Coringa
O Coringa é, sem dúvidas, um dos mais conhecidos vilões das Histórias em Quadrinho. Ele foi criado por Bill Finger e Bob Kane na primeira edição de Batman. Suas encarnações no cinema começaram com o grande Cesar Romero no filme Batman de 1966, o ator também deu vida ao personagem na série de 66 a 68. Romero é o ator que mais se aproximou da excentricidade do vilão das HQ’s e é memorável por sua risada assustadora e seu magnífico bigode coberto por maquiagem.
Recentemente Heath Ledger nos trouxe um coringa anarquista e psicótico em Batman: O Cavaleiro das Trevas, e pudemos perceber o quanto a brutalidade do personagem pode ser refletida na vida real.
Fonte: NukeTheFridge
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Nos dias de hoje, filmes de super-herói se tornaram uma coisa corriqueira em Hollywood. Se considerarmos os 5 maiores nomes do cinema, no ano, pelo menos dois deles são filmes adaptados de HQ’s. Isso não é uma coisa ruim, mas adaptar a história de um herói ou ser fiel a suas origens são duas coisas diferentes. Preparamos uma lista com os 5 filmes que mais se aproximaram do material das HQ’s.
Houve uma época em que se declarar Nerd era praticamente um pedido para ser “bullynado,” mas as coisas mudaram. Hoje em dia, os heróis estão em alta e ser geek é considerado legal. Melhor pra nós, já que para alcançar esse novo público o mercado multimídia tem modificado cada vez mais. Para comemorar, preparamos uma lista com as melhores adaptações cinematográficas baseadas em HQ’s.
5. Kick Ass
Kick Ass, de Mark Millar, trata os heróis de um modo muito mais realista e atribui falhas e motivações ao ser humano por trás da máscara. As primeiras cenas de Kick Ass, de Matthew Vaughn, são uma transcrição perfeita dos quadrinhos para as telonas. As situações perigosas a que Dave Lizewski (Aaron Taylor-Johnson) se expõe, para tentar se tornar um vigilante, são envolventes e divertidas o que deixa o personagem ainda mais cativante.
Além disso, a relação entre a intrigante HitGirl (Chloë Grace Moretz) e Kick Ass tornam o filme único. Tudo bem que o roteiro passou por algumas modificações, Dave, por exemplo, não é tão perdedor como nas HQ’s, mas certas mudanças são necessárias para a aceitação do público e não prejudicaram a construção dos personagens.
Além disso, a trilha sonora do filme é sensacional!
4. Blade
Os criadores de Blade, Marv Wolfman e Gene Colan, deram vida ao caçador de vampiros nos anos 70, mas foi somente duas décadas depois que Howard Mackies deu ao caçador o visual clássico com capa de couro, lâminas mortais e um arsenal de armas que fariam qualquer gangster morrer de inveja.
A adaptação de Setephen Norrington em 1998, foi estrelada por Wesley Snipes e transformou Blade em um incrível artista marcial dotado de poderes de sua herança meio vampira e acompanha sua maldição como sugador de sangue. Adicione à mistura um roteiro de David S. Goyer e um elenco sensacional composto por Kris Kristofferson, Stephen Doriff e N’bush Wright e Blade se torna não apenas uma boa adaptação de seu progenitor das HQ’s, mas também um marco dos novos filmes adaptados dos quadrinhos.
3. Dredd
O roteiro de Alax Garbland aliado ao aguçado faro do diretor Pete Travis, não apenas transformaram em pó a, nada memoráve,l parceria entre Danny Cannon e Stallone como deram a Dredd a melhor encarnação que ele jamais viu no cinema.
A interpretação de Karl Urban do brutal e futurista policial treinando a novata juiz Cassandra Anderson, retrata perfeitamente o dia-a-dia de Mega City One. A trama gira em torno de Ma Ma tentando encurralar o juiz em sua favela vertical. A tensão e o ritmo do filme conseguem transmitir a visão distópica e violenta das HQ’s.
Dredd é uma perfeita adaptação dos quadrinhos, em se tratando da construção psicológica dos personagens, mas acaba pecando no visual. Apesar disso, ainda é uma das mais fiéis adaptações de HQ’s para as telonas.
2. Superman
Superman de Richard Donner de 1978 pode não ter se aproximado das características do personagem com perfeição. Mas Donner conseguiu contar a origem de Kal-El e a construção de seus valores de forma impecável.
Temos a fuga de Krypton e a criação de Clark pelos pais fazendeiros de Smallville, sua educação tecnológica por seu pai falecido Jor-El (Marlon Brando), Gene Hackman encarnando mais um vilão (Lex Luthor) e Margot Kidder como o ícone feminista, a repórter Lois Lane.
O praticamente desconhecido Christopher Reeves foi perfeito como o deus kryptoniano Clark Kent, embora Donner trabalhe o personagem com cuidado, se certificando que Luthor explore a fraqueza de Clark.
Este filme realmente tinha tudo, uma das representações mais verdadeiras do personagem e sua história de origem.
1. O Corvo
O Indie Gótico de James O’ Barr já era considerado cult entre os livros, mas em 1993, quando o diretor Alex Proyas trabalhou sua obra, a cidade de anthrax ganhou uma nova vida como o último conto de vingança do anti-herói.
Brandon Lee é perfeito como a ressurreição do espírito de vingança, o tom e a estética do filme garantem a ambientação sombria das HQ’s. Mais uma vez, o corvo não é apenas uma transcrição perfeita das obra original, como conseguiu ser ainda melhor que sua contraparte dos quadrinhos. Até hoje, O Corvo é considerado o melhor filme de quadrinhos já adaptado.
Menções Honrosas
Watchmen (2009)
V de Vingança (2005)
Homem de Ferro (2008)
Homem-Aranha 2
Fonte: Badhaven
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Cosplays geralmente são julgados pela fidelidade ao material de origem, mas com algumas boas ideias, é possível criar novas ideias de personagens, em versões não convencionais.
É o caso do fotógrafo Mike Rollerson, que registrou heróis e vilões da DC em versões steampunk.
Confiram o trabalho incrível feito por esse artista:
Asa Noturna (em versão feminina)
Caçadora
Hera Venenosa
Mulher-Maravilha
Mulher-Gato
Charada
Robin (em versão feminina)
Duas-Caras
Batman
Arlequina
Fonte: Heroi
sábado, 28 de setembro de 2013
Além de ser uma das maiores empresas de quadrinhos do mundo, a DC Comics também gosta de ajudar as pessoas! Por isso ela começou um projeto contra a fome na Africa… e você pode ajudar!
A DC lançou a campanha We Can Be Heroes há algum tempo atrás, e conseguiu alavancar uma grande quantidade de grana, para ajudar a fome da Africa. Agora o projeto retornou de uma forma diferente… com uma “arrecadação coletiva”; cada valor doado gera um presente.
A DC lançou a campanha We Can Be Heroes há algum tempo atrás, e conseguiu alavancar uma grande quantidade de grana, para ajudar a fome da Africa. Agora o projeto retornou de uma forma diferente… com uma “arrecadação coletiva”; cada valor doado gera um presente.
Na realidade a campanha não é para ajudar a fundar um projeto, e sim a combater a fome na Africa. Então, os “doadores” não ganharão benefícios como ocorre normalmente… na realidade, é como se eles estivessem comprando produtos da DC, que são mais baratos do que comprados na loja…
Infelizmente para nós brasileiros é mais complicado a compra, e é praticamente impossível um projeto desse porte chegar em terras tupiniquins.
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