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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

On 03:48 by papa in ,    No comments
Alguém lembra de mais alguma frase?

domingo, 29 de setembro de 2013

On 10:55 by papa in , , ,    No comments
Todos os roteiros do seriado favorito dos nerds passam pelas mãos do físico David Saltzberg. Ele revisa e corrige os erros que podem aparecer nas falas dos personagens. Às vezes, é ele quem dá o toque científico às cenas. Nesta entrevista, Saltzberg fala sobre o trabalho como consultor científico da série.
Além de revisar o script, você pode sugerir assuntos científicos. Você é livre para falar sobre o que quiser?
Às vezes, os escritores só querem que eu complete com algo que tenha a ver com o episódio. Mas, quando posso escolher, prefiro colocar coisas sobre física elementar, coisas que você aprende no primeiro ano. Por exemplo, gosto quando Sheldon ensina física para a Penny, como quando eles estão puxando uma caixa para o andar de cima e falam sobre isso. Gosto porque assim a maior parte das pessoas pode entender. Mas também é divertido colocar algo bem específico, novo, porque depois eu recebo e-mail das pessoas dizendo ¿ei, eu vi isso no programa!¿.
Você conversa com os atores? Ou só com os escritores?
Eu falo mais com os escritores. É incrível como os atores fazem tudo certinho, mesmo sem falar muito comigo. Quer dizer, eu os vejo, falo com eles, mas geralmente não conversamos muito sobre ciência. E o incrível é que eles não só falam com a pronúncia correta, como também entendem o resumo das teorias. Eles também pesquisam, quando recebem o script, para saber do que se trata o assunto. Apenas uma vez o Sheldon pronunciou uma palavra errada, então precisei falar com ele. Mas dificilmente isso acontece.
Você é responsável pelas fórmulas escritas nas lousas da série. Qual é o seu critério?
É uma escolha pessoal. Às vezes as equações têm alguma relação com o assunto das discussões que os personagens fazem. Por exemplo, quando Howard estava para ir ao espaço, havia umas equações sobre sondas orbitais. Quando aparecem pedaços de ciência nos diálogos, eu coloco as equações sobre esse assunto. Mas, se não há nada, opto por coisas de física contemporânea ou estudos recentes. Ou coloco coisas que eu gosto mesmo.
Já deixou passar algum erro?
Algumas temporadas atrás, eles estavam perseguindo um grilo no apartamento, que cantava de um jeito específico. E o canto dos grilos varia de acordo com a temperatura. Então há uma equação feita para descobrir a temperatura por meio do canto dos grilos. Quem a formulou foi o cientista A. E. Dolbear. E no script o primeiro nome estava como Emile, e deixei passar, mesmo sabendo que o primeiro nome era Amos. E eu percebi o erro só depois do episódio ir ao ar, e me senti mal. O neto dele entrou em contato comigo para nos corrigir. Eu me desculpei e o convidei para assistir a uma gravação.
Você é o cientista mais próximo dos personagens, então pode ser uma espécie de inspiração para eles. Você já se viu em algum diálogo, em uma maneira de agir?
Acho que todos nós temos esses momentos quando Leonard ou Sheldon dizem alguma coisa, e você já disse exatamente a mesma coisa anos atrás. É esquisito. Mas não acho que eles estejam se baseando em mim. Qualquer cientista pode se ver na série.
Já sugeriu alguma piada?
No começo eu tentava sugerir, mas parei. Eles são muito mais engraçados do que eu.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

On 07:58 by papa in , ,    No comments
Eric Kaplan comemora a sétima temporada de um dos seriados mais populares da TV americana
Parece pouco provável que um sitcom se baseie nas vidas e amores de um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia da Califórnia, o Caltech, mas “The Big Bang Theory”, que começa sua sétima temporada em 26 de setembro nos EUA pelo canal CBS, é uma dos seriados mais populares da TV. Parte de seu sucesso se deve ao fato de um dos produtores executivos e roteirista Eric Kaplan, 46, saber tudo sobre comédia e vida acadêmica: seu currículo inclui não só “Os Simpsons” e “The Late Show With David Letterman”, mas também Harvard e um curso de doutorado ? incompleto ? na Universidade da Califórnia, Berkeley.
P.: Você foi criado no Brooklyn, correto? 
R.: Cresci em Flatbush. Minha mãe era professora de Biologia no Erasmus Hall e meu pai, advogado. Entrei na Hunter High School quando tinha doze anos e comecei a pegar o metrô para Manhattan.
A escola foi o meu despertar. Tinha amigos da cidade toda. Na hora do intervalo, a gente ia espiar as armas e coleção de armaduras do Museu Metropolitano de Arte. Como os personagens de “The Big Bang Theory”, jogava muito Dungeons & Dragons, ia a convenções de HQ. Comecei a ler livros de Filosofia muito cedo.
Aí, fui para Harvard. Meu tio dizia: “Você deve ir para Harvard porque eles são mais tolerantes a esquisitões que as outras universidades”; aí, eu disse: “Não sabia que era esquisito”. Ele só soltou: “Então tá.”
P.: Harvard era parecida com a sua versão do Caltech em “The Big Bang Theory”? 
R: Era, principalmente porque ali havia um pessoal interessado e apaixonado de verdade pelo que fazia. Era um mundo em que se mergulhava tão fundo nos estudos que o sujeito se esquecia de pôr a calça. Bom, eu nunca fiz isso, mas conheci muita gente que fez.
A ideia de que alguém se interesse mais pelos problemas incríveis que a vida oferece do que por um joguinho de status era genuína ali e é o que eu tento passar através dos personagens da série.
P.: O físico ganhador do Prêmio Nobel Leon Lederman passou anos tentando interessar Hollywood em uma série de TV que mostrasse cientistas, mas nunca conseguiu nada. Como Chuck Lorre, que foi quem desenvolveu seu seriado, conseguiu essa façanha? 
R.: Bom, Chuck Lorre é um produtor incrivelmente talentoso e bem-sucedido. Leon Lederman não deveria se sentir mal. Aposto que se Chuck Lorre quisesse fazer um experimento em um acelerador de partículas, também não iam permitir.
P.: Disseram a Lederman que ninguém ia querer assistir a um seriado sobre um grupo de nerds. Por que essa justificativa se mostrou errada? 
R.: Acho que Chuck e Bill Prady, os criadores da série, provaram que a experiência de ser “de fora” tinha um apelo universal. A grande questão emocional em torno da qual gira “The Big Bang Theory” é essa sensação de ser um peixe fora d’água ? e não tem nada a ver com o fato de os personagens serem cientistas; qualquer um pode se sentir assim.
P.: Você não está estereotipando os cientistas ao rotulá-los de desajustados? 
R.: Olha só, é uma história e não uma tese sobre como são as pessoas. É um grupo de personagens específicos. Nem todos os cientistas são Sheldon Cooper, que acha difícil abraçar alguém ou sair para almoçar e rachar a conta, mas muita gente cuja capacidade cognitiva supera seu senso emocional vai revelar algum traço do Sheldon.
P.: Como você pesquisa o conteúdo científico de suas histórias? 
R.: Bom, digamos que a gente decida que Amy e Sheldon devem ter uma discussão. Como são cientistas, a briga vai ser por causa da ciência, claro, sobre as prioridades relativas da Neurociência e da Física. O que acontece emocionalmente é que estão discutindo os termos de seu relacionamento, mas mascaram o fato brigando sobre fatos científicos. Nesse caso, eu escrevi a cena porque tenho minhas próprias teorias a respeito.
Entretanto, em outras situações, às vezes queremos o Sheldon muito bravo com um ramo da ciência que considere importante e acha que os outros não compreendem; aí é caso de procurar os consultores.
P.: Você lê as publicações profissionais? 
R.: Não, a equipe lê Science Times para ver os temas que valem a pena usar. O tal do acelerador de partículas na Suíça , por exemplo, teve gente preocupada achando que ele poderia destruir o universo. É bem provável que tenha feito piada sobre o fato ou até usado como tema.
P.: Como você entrou para o seriado? 
R: Me candidatei à vaga.
P.: E…?
R.: Eu já trabalhava na TV há vários anos. Escrevi um roteiro para tentar uma vaga em “Malcolm in the Middle”, que mandei para o Chuck e o Bill, mas só como amostra. Aí, eles me entrevistaram. Tinha duas histórias: uma sobre masturbação e outra sobre a teoria do jogo. O Chuck disse: “Masturbação e teoria do jogo se encaixam direitinho em ‘The Big Bang Theory.’”
P.: Você recebe cartas de fãs cientistas? 
R.: Não recebemos correspondência. Os cientistas vão assistir ao episódio na plateia. Geralmente acabam sendo usados como extras nas cenas no refeitório.
O Stephen Hawking participou uma vez. Ele adorou encarnar uma versão de si mesmo, mesquinha e infantil, que adorava humilhar o Sheldon em um jogo de Scrabble on-line. Ele interpretou a si mesmo, só que como um bebezão. Nem pensou em querer ser “um herói da ciência”. Isso me fez respeitá-lo ainda mais porque mostrou que não tem que provar nada a ninguém.
P.: Suas histórias têm muitas piadas internas ? como aquele episódio hilário que incluiu referências ao gato de Schrödinger. Como é que a sua equipe sabe o que é engraçado na ciência? 
R.: Fiz faculdade de Filosofia Analítica o que, em termos culturais, é bem parecido com Ciências. Além disso, falamos com o nosso consultor, David Saltzberg, professor de Física da UCLA e visitamos várias escolas e laboratórios.
Uma vez fomos à estação de controle da sonda Mars, que acabou sendo fonte de várias histórias.
Conversamos com um astronauta da NASA, Mike Massimino. Ele contou que os parentes italianos não estavam nem aí que ele ia para o espaço. Um deles até disse: “Geralmente fazemos o novato limpar o caminhão de lixo. Você não ia ter que ir para o espaço se fosse o líder da turma.” Foi daí que tiramos a história para o Howard, tipo, o cara vai para o espaço, mas para os amigos e parentes isso não significa nada.
P.: Algum cientista já chegou a agradecer por vocês mostrarem um pouco como é a vida deles? 
R.: Ah, sim. Alguns dizem até que, daqui a dez anos, a nova geração vai se formar em Ciências porque assistiu ao seriado e curtiu os personagens. Não seria demais? Para mim, deveria haver mais cientistas e menos advogados. É melhor inventar um avião de plástico do que processar alguém.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

On 04:43 by papa in , ,    No comments

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

On 08:48 by papa in , , ,    No comments
1) O desaparecimento de Sheldon Cooper!

2) Sheldon comeram seu sanduíche

3) O copo mágico que se enche sozinho!

4) De volta para o futuro!

5) Este é o meu lugar!

6) Teletransporte Ativar

7) A magia do natal!

8) Uma roupa que se arruma sozinha!

9) Jenga!

10) A magia da Apple!

11) Cara, cadê a minha bolsa?

12) As caixas que trocam de lugar!

13) O fantasminha bagunceiro!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

On 08:29 by papa in ,    No comments
O elenco e os produtores de The Big Bang Theory estiveram presentes ontem (13 de março) na PaleyFest 2013, um evento anual sobre mídia com vários painéis sobre séries, e contaram algumas curiosidades dos bastidores do programa. Abaixo, 15 coisas que você pode não saber sobre a série nerd.
1 – Kaley Cuoco e Johnny Galecki gravaram a cena em que Penny se declara para Leonard apenas uma vez. “Kaley disse para Johnny ‘Não sei quanto a você, mas quando começamos a cena, as câmeras e a plateia desapareceram e só tinha eu e você naquele momento’”, disse o novo showrunner da série, Steve Molaro, que disse aos atores que a cena esta linda e nunca conseguiriam fazer melhor.
2 – Melissa Rauch teve que fazer (de novo, como acontece em todas as palestras do elenco) a voz da mãe de Howard, mas esta não é a única imitação que ela faz no programa. Quem assistiu a alguma entrevista da atriz sabe que a voz dela é muito diferente da Bernadette, cuja voz foi inspirada na mãe de Melissa.
3 – Kunal Nayyar torce para que as coisas dêem certo entre Raj e Lucy, mas independente do que aconteça, ele está feliz em ver a evolução de seu personagem. “É ótimo vê-lo explorar esse lado amoroso, que ele vem tentando há tanto tempo. Podemos fazer piada e rir, mas no final é isso o que ele realmente quer. É divertido vê-lo vulnerável e tentando se fazer de forte. Não sei se vai dar certo, mas é uma graça”, disse.
4 – A cena em que Sheldon pune Amy com tapas na bunda por fingir estar doente não estava no script original e era para ser somente uma brincadeira dos bastidores. Jim Parsons revelou que tinha três piadas relacionadas com a imagem clássica de três macacos, onde um não pode ver, outro não pode ouvir e o último não pode falar, mas foram todas cortadas. “Foi uma das coisas mais difíceis que fizemos e achei muito divertido”, confessou, dizendo também que tem dificuldades em conter as risadas durante as gravações. “Passei a semana batendo naquele traseiro”, brincou. Mayim Bialik disse que seu bumbum ficou vermelho depois da gravação.
5 – O termo “Bazinga!” veio de Molaro, que costuma pregar peças na sala dos roteiristas, incluindo coisas como colar uma grapefruit com fita adesiva. “Eu caí na brincadeira e Steve disse ‘Bazinga’, que era o jeito dele de dizer ‘te peguei’”, recorda Bill Prady, um dos produtores executivos.
6 – Depois das participações especiais de Leonard Nimoy e Stephen Hawking, os produtores brincavam que a próxima participação especial poderia estar um pouco atarefada demais para fazer parte de TBBT. “Fizemos alguns episódios sobre religião e ciência e pensamos que o Papa Francisco seria uma ótima ideia”, Prady brincou, se referindo à escolha do novo Papa.
7 – O elenco todo gosta muito de música. Mayim aprendeu a tocar harpa depois que foi decidido que este seria o instrumento que Amy tocaria; Jim aprendeu o theremin, então as cenas em que os personagens aparecem tocando, são realmente os atores fazendo seu trabalho. Porém, a vontade não se traduz em habilidade e Parsons disse que a sua falta de coordenação com o instrumento o fez chorar. Johnny toca piano e brincou que, quando a Penny bebe, a Kaley também bebe.
8 – A irmã de Kaley, Brianna Cuoco (que está na web série The Lizzie Bennet Diaries – veja o nosso especial para saber mais), coreografou o flash mob de “Call Me Maybe” (ainda não viu? Assista aqui), que envolveu todo o elenco e produção e, com isso, ganhou dois trabalhos com Chuck Lorre, o co-criador de TBBT. Bri interpretou a ex-amiga da Penny que recebeu o pedido de casamento no episódio de Dia dos Namorados e também coreografou uma cena com 50 dançarinos em Two and a Half Men.
9 – As origens de “Soft Kitty” foram reveladas! Depois de ter muito trabalho pensando na canção perfeita para o ritual de cura de Sheldon, Prady achou a solução em casa. “[A música] veio da escolinha da minha filha em Sherman Oaks. É uma música australiana e uma das professoras cantou um dia”, revelou.
10 – Depois de se fantasiar como Smurf no Halloween, Melissa passou por um longo, doloroso e um pouco humilhante processo para retirar toda a tinta azul. Sua maquiadora e dois assistentes ajudaram a remover a tinta usando toalhas quentes. “Estava tarde e eu estava ficando com sono… e levantei as pernas para tirar o resto da maquiagem. Ouvi um cara indo e pensei ‘Ah, eles estão contando piadas’ e olhei para o espelho e pensei ‘O que é isso? Jesus, isso é meu problema!’. Eu tinha me exposto por inteiro! Abaixei as pernas e disse ‘é uma noite longa’”, disse aos risos.
11 – Lorre é o cérebro por trás do malvado Wil Wheaton, mas foi Prady, fã de Star Trek, quem teve que ligar para o ator e convidá-lo. “Eu não o conhecia e tinha que ligar para ele e dizer ‘então, você vai se interpretar… mas você é um imbecil’. Wil amou”, contou Prady.
12 – Esta não foi a única conversa embaraçosa que Prady teve com um ator de Star Trek. Durante a cena em que Howard sonha com Katee Sackhoff, os produtores brincavam com a ideia de ter a voz de George Takei (que interpretou Sulu nos filmes originais) em uma das cenas. “Escrevemos uma cena com o Howard dizendo estar confuso e seria engraçado se Takei dissesse ‘Confuso? Talvez eu possa ajudar’”, revelou Prady. “Como eu digo para um cara que ele é uma possível fantasia homossexual? Eu finalmente disse ‘então, você sabe que você é gay, certo?’ e ele respondeu ‘É uma notícia que terei de contar ao meu marido!’”, explicou rindo.
13 – A avó materna de Sheldon (geralmente chamada de Meemaw pelo personagem) pode aparecer. Molaro afirmou que os roteiristas estão conversando sobre esta possibilidade, mas ela pode trazer alguns problemas para a Amy.
14 – Como Simon Helberg se preparou para interpretar o Howard? “Eu aprendi a usar o menor número de calças em que eu consiga entrar”, brincou. Sobre o seu cinto favorito, o ator prefere qualquer um que não seja afiado e não o machuque quando ele senta.
15 – Quando um fã pediu por conselhos amorosos ao elenco, Kaley respondeu usando a experiência de Penny e Leonard. “Comece a bater na porta da sua vizinha, porque uma hora ela vai ter que atender”, disse, com a reprovação de Parsons. “É um conselho horrível”, respondeu o ator.
(Fonte: www.apaixonadosporseries.com.br)

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

On 09:15 by papa in , ,    No comments
A alguns dias foi publicado um artigo dizendo que a nossa lindinha Kaley Cuoco VAI SAIR DO SERIADO TBBT.
Após o susto, pois TBBT sem Kaley não seria a mesma coisa, resolvemos conferir a notícia e não encontramos nada que a tornasse válida ou inválida. Apenas outros diversos sites replicando a matéria e dizendo que ela realmente poderia nos abandonar.
FELIZMENTE, após serem questionados no twitter, o produtor Bill Prady e a própria Kaley Cuoco resolveram desmentir os boatos de forma bem humorada.

kaley-cuoco-tbbt
Obrigado Kaley por sanar nossas dúvidas e nos tirar tal preocupação. Saiba que seus fãs brasileiros torcem para que você siga na série e ela se torne cada vez mais sucesso.

domingo, 8 de setembro de 2013

On 12:31 by papa in ,    No comments
A sétima temporada da série mais amadas pelos nerds está sendo gravada, mas vem como uma bomba: A musa Kaley Cuoco deixará a série. Isso deve acontecer ainda na sétima temporada.
O mais bizarro é que a notícia não veio de Kaley e sim do seu companheiro de seriado Jim Parsons. Ele soltou a bomba “meio que sem querer” durante o programa da apresentadora Ellen Degeneres.
Durante uma brincadeira sobre religião, Jim Parsons comentou sobre a saída de Angus T. Jones (o Jake de Two And a Half Men) do seriado da mesma emissora. Segundo Jim: “Angus e Kaley tem conversado muito sobre religião. Kaley já falou várias vezes em sair do seriado e Chuck Lorre (criador do seriado) já comentou que essa seria a última temporada de Penny”.
O boato ganhou força depois que um dos funcionários da CBS disse ter visto Chuck Lorre escrevendo um “Vanity Card” (observações do diretor que normalmente aparecem depois de um episódio)  falando: “knock knock knock Penny is out!”