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domingo, 27 de outubro de 2013

On 02:43 by papa in , ,    No comments
Einstein foi a maior mente moderna, resolvendo problemas e encontrando soluções que a humanidade buscou durante milhares de anos. Por isso ele entrou para história e sua curiosa vida é cheia de surpresas:

Cabeça estranha

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Quando nasceu, em 14 de março de 1879, Einstein assustou seus pais, porque a parte de trás de sua cabeça parecia um tanto quanto anormal, porém as coisas ficam normais após um tempo.

Sem fala

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Einstein teve sérios problemas com a fala, pois só conseguiu aprender a falar depois que tinha quatro anos de idade. Inclusive os médicos apelidaram essa demora na aprendizagem da fala como Síndrome de Einstein.

Bom aluno

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Muito se fala que Einstein era um aluno bem ruim, mas na verdade ele era excepcional. Com apenas 15 anos, ele já dominava totalmente cálculo, além de ser um brilhante aprendiz de música e ter destaque em grego e latim.

Regras do casamento

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Como todo bom gênio, Einstein tinha algumas atitudes bem estranhas. Ele obrigava sua esposa a seguir determinadas regras, como, por exemplo, servi-lo três vezes ao dia, parar de falar quando fosse mandada e não esperar intimidade vinda dele.

Mulherengo

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Apesar de aparentar ser um homem sossegado, Einstein era mulherengo e teve vários casos extraconjugais. Inclusive ele trocou sua primeira esposa por sua prima, que era um de seus casos durante o casamento.

Morte antecipada

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Einstein morreu dia 17 de abril de 1955, em decorrência de um aneurisma da aorta abdominal. E, segundo o médico que o tratava, o gênio alemão se negou a fazer uma operação que poderia prolongar a vida, dizendo: "É de mau gosto prolongar a vida artificialmente.”

Via: Minilua

terça-feira, 24 de setembro de 2013

On 17:29 by papa in , ,    No comments
Pesquisadores da Universidade Estadual da Flórida divulgaram nesta semana uma série de imagens raras que mostram como era o cérebro de Albert Einstein, considerado um dos maiores gênios que a humanidade já produziu. As 14 imagens revelam que havia diferenças físicas entre o cérebro de Einstein e o da média da população.
O córtex de Einstein é descrito pelos pesquisadores como “extraordinário” e os especialistas sugerem que o seu tamanho possa ter contribuído para as suas habilidades cognitivas. Outras anomalias identificadas podem ter servido de “base” para o êxito do seu trabalho. Entretanto, o fato de as diferenças físicas do cérebro impactarem em seu funcionamento ainda é motivo de estudo por parte da comunidade científica.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Uma carta inédita de Albert Einstein datada de 1954, ano anterior ao de sua morte, traz pela primeira vez críticas contundentes do físico à religião. No manuscrito dirigido a seu amigo filósofo Eric Gutkind, que será leiloada hoje em Londres, o autor das teorias da relatividade retrata as práticas religiosas como "infantis".

"A palavra Deus é para mim nada mais do que expressão e produto da fraqueza humana", escreveu Einstein, para quem a Bíblia seria "uma coleção de lendas honoráveis, ainda que 
primitivas".

O conteúdo da carta difere de declarações anteriores de Einstein, que, segundo historiadores, nunca havia deixado muito clara a sua visão sobre a religião. Nessa seara, o físico era mais lembrado pela frase "A ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega".

Na carta a Gutkind, porém, Einstein classifica a crença em Deus como "produto da fraqueza humana", e não poupa nem a religião do povo ao qual pertencia. "A religião judaica, como todas as outras religiões, é uma encarnação das superstições mais infantis." Einstein, um sionista que teve papel importante na criação do Estado de Israel, diz a Gutkind que não acredita que os judeus sejam um povo "escolhido".

A carta traz um certo tom de descrença na humanidade e a noção de que o poder corrompe as pessoas. Os judeus, diz, só estariam "protegidos dos piores cânceres por lhes faltar poder".

A casa de leilões Bloomsbury, onde o manuscrito original será vendido, diz estar "100% certa" da autenticidade do documento e que espera conseguir por ele um preço entre US$ 12 mil e US$ 16 mil. O vendedor é um colecionador particular.

Historiadores não costumam retratar Einstein como ateu, mas a imagem pode mudar com a publicação da carta. Sua visão sobre Deus era tida apenas como não-clerical ("Não creio no Deus da teologia que recompensa o bem e pune o mal").