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segunda-feira, 10 de agosto de 2015
On 07:48 by papa in #Beer, #Cerveja, #Curiosidades, #Imagens, #Invenções, #Japão, #Novidades, #Vídeo No comments
Criada pela empresa Suntory, ela possui 5% de concentração alcoólica, e afirma ter 2 gramas de colágeno purificado por cada latinha.
O famoso colágeno é um tipo de proteína que a pele usa para fornecer ‘estrutura’, firmeza e textura. Quanto mais jovem, mais colágeno uma pessoa tem. Com o passar dos anos, os estoques naturais de colágeno vão diminuindo e as primeiras rugas surgem.
Suplementos da proteína estão se tornando cada vez mais famosos em diversos programas de TV ao redor do mundo, sempre com alegações de antirrugas ou com poder de combater o envelhecimento.
Atualmente, a cerveja está sendo vendida em Hokkaido. A empresa não divulgou oficialmente o quão eficaz a cerveja se mostrou em estudos científicos.
Mas, o que a Ciência sabe é que, ao se tomar colágeno, você não irá fornecê-lo diretamente para suas células. No sistema digestório existem enzimas chamadas proteases, que vão quebrar o colágeno em milhões de minúsculas unidades chamadas aminoácidos.
Estes aminoácidos serão usados pelo corpo para compor novas proteínas dentro das células – as mais diversas possíveis – dentre elas, o colágeno.
Fonte: DailyMail
segunda-feira, 23 de março de 2015
O folclore japonês é muito influenciado pelo Xintoísmo e pelo Budismo, as duas religiões primárias no Japão. Esse é um rico mundo sobrenatural onde os espíritos se escondem em cada sombra e monstros seguem no encalço dos homens.
O folclore japonês é normalmente dividido em várias categorias:“mukashibanashi”, contos de antigamente; “namidabanashi”, histórias tristes; “obakebanashi”, histórias de fantasmas; “ongaeshibanashi”, histórias de retribuição da bondade;“tonchibanashi”, histórias de sabedoria; “waraibanashi”, histórias engraçadas; e “yokubaribanashi”, histórias de ganância.
Além destas histórias e contos, o folclore japonês também reúne algumas superstições um tanto bizarras para nós. Vamos conhecer então, dez das superstições mais curiosas e bizarras do Japão.
10. Se perdendo à noite – Nurikabe

De acordo com o folclore, o sobrenatural era uma ameaça tão grande para os viajantes japoneses durante a noite, como eram os animais selvagens e bandidos. A menos que você carregasse uma lanterna, a única luz para mostrar o caminho seria proveniente da lua e das estrelas, por isso era natural que muitos viajantes se perdessem na escuridão. A superstição, no entanto, atribuiu esses desvios à um monstro.
O Nurikabe era um youkai — um monstro/demônio; esse é um termo japonês utilizado para designar fenômenos, objetos e criaturas sobrenaturais — no formato de uma parede que aparecia no caminho dos viajantes. Normalmente invisível, ele impedia completamente uma estrada, forçando os viajante a seguirem ao seu redor. Como muitos youkais, porém, o Nurikabe era um malandro. Mesmo se alguém tentasse um caminho diferente, o muro iria alongar ou inexplicavelmente se levantar e mover-se. Dizia-se que quem encontrasse um Nurikabe, poderia se perder por dias.
A crença de que um Nurikabe poderia aparecer de repente e impedir o progresso de um viajante foi registrada pela primeira vez no Japão, mas há pelo menos alguns relatos em outros lugares. O autor do popular mangá de youkais, Gegege no Kitaro, disse em uma de suas enciclopédias youkai, que ele encontrou um Nurikabe durante o serviço militar nas selvas de Papua Nova Guiné. Tal encontro, é claro, deve ser tomado com certa descrença. Seguindo os passos dos autores históricos de enciclopédias youkai, eles costumam deixar uma série de histórias sem referências e provavelmente inventadas.
09. Passos misteriosos em salas vazias – Zashiki-warashi

Grandes casas no Japão antigo eram praticamente abertas, com quartos separados por telas shoji. Isso facilitava a propagação de sons e fazia com que muitas vezes parecessem vir de lugares estranhos. Quando ruídos ou sons de passos vinham de uma sala vazia, a superstição dizia que um espírito chamado de Zashiki-warashi estaria habitando a casa.
Traduzido aproximadamente como “criança do quarto”, os Zashiki-warashi eram espíritos parecidos com crianças que viviam em cômodos vazios. Eles eram ditos como tendo, no máximo, 12 anos de idade e que ocasionalmente apareciam aos inquilinos da casa. Enquanto os ruídos que eles produziam eram misteriosos e suas aparições repentinas provavelmente teriam dado à maioria das famílias um choque, a tradição dizia que os Zashiki-warashi traziam boa sorte e prosperidade a quem eles “conviviam” na casa.
Infelizmente, eles também levavam embora essa “sorte” quando eles partiam. Os Zashiki-warashi mudavam-se de um lugar para outro sempre que desejassem. Em uma história, uma família teve a oportunidade de estar com dois deles, que trouxeram muita prosperidade enquanto eles estavam presentes. Eventualmente, eles partiram, e logo depois, quase toda a família morreu quando os servos deles, por engano, serviram-lhes uma refeição de cogumelos venenosos. A próxima família que os dois Zashiki-warashi foram morar, entretanto, tornou-se imediatamente próspera.
Devido à sua associação com a fortuna, tem sido teorizado que os Zashiki-warashi eram um dispositivo usado para explicar a súbita ascensão e queda de famílias ricas.
08. Crianças desaparecidas – Ubume

Pode haver um sem-número de razões para o desaparecimento de uma criança, mas de acordo com a antiga superstição japonesa, a maioria das crianças desaparecidas foram arrebatadas por um youkai chamado de Ubume. Acreditava-se que os Ubume fossem os espíritos de mulheres que morreram no parto, embora também poderiam ter morrido durante a gravidez. De qualquer maneira, o seu apego ao seu filho perdido permaneceu após a morte e deu-lhes uma necessidade insaciável de ter um filho, que só era apaziguada sequestrando um.
Eles aparecem em noites escuras e chuvosas, e são muitas vezes indistinguíveis de uma mulher que vive carregando uma criança, gritando por socorro. O Ubume pode aparecer de várias formas: uma mulher carregando um bebê, uma mulher grávida, ou uma cadáver encharcado de sangue carregando um feto subdesenvolvido. Outras vezes, eles simplesmente aparecem como mulheres horríveis, sangrentos, grávidas clamando desesperadamente pela noite para obter ajuda. Aparecendo ao entardecer em cruzamentos e pontes, o Ubume pediria aos transeuntes para segurar seu filho, enquanto ela corria para fazer algo. O bebê ficaria mais e mais pesado até que a pessoa segurando-o recitasse uma oração budista, após isso o Ubume voltaria e agradecia por trazer seu filho de volta ao mundo dos vivos. Há ainda outras histórias de Ubumes à procura de tutores para cuidar de seu bebê depois de sua morte, enquanto em outras ela fez isso por si mesma, fazendo visitas ocasionais à cidade para comprar suprimentos com moedas que se transformaram em folhas secas depois que ela desaparecia.
07. Sumiu o óleo da lanterna – Himamushi-nyudo

O trabalho noturno era feito geralmente com lâmpadas de óleo no Japão antigo. Infelizmente para aqueles que trabalhavam à noite, o óleo preferido para o combustível do lampião, era o óleo de peixe, um dos favoritos de ratos e baratas. As pragas bebiam o óleo e forçavam o trabalhador a perder tempo espantando-as. Às vezes, porém, quando a perda de óleo parecia ser grande demais para que esses animais fossem os culpados de terem roubado, a superstição considerou que o ato foi realizado por um youkai chamado Himamushi-nyudo.
Dizia-se que a alma de uma pessoa que perdeu todo o seu tempo livre se tornaria um Himamushi-nyudo, que significa aproximadamente “lambedor de óleo” — e que interferia com o trabalho noturno dos outros. Apesar da superstição, a conexão com as baratas não foi perdida junto aos catalogadores youkai, e o monstro foi muitas vezes retratado junto com o simbolismo da barata. Como era acreditado que o inseto tenha nascido a partir das rachaduras nas kamas(foices japonesas), o Himamushi-nyudo era muitas vezes retratado com baratas e outros símbolos relacionados, como artemísia e galinhas, que acreditavam manter a praga à distância. Esta associação levou à sugestão de Himamushi-nyudo’s serem baratas gigantes antropomórficas.
06.Teto sujo e frio noturno Tenjo-name

Sem aquecimento moderno e isolamento térmico, as casas japonesas antigas provaram ser muito frias no inverno. Aquelas com tetos altos também ficavam bem escuras à noite. A superstição considerou que tanto o frio do inverno quanto a escuridão, eram causados por um monstro chamado Tenjo-name. A criatura flutuava na parte mais alta da sala, derrubando a temperatura e obscurecendo o teto. Era uma criatura alta, ossuda, com uma língua longa que usava para lamber os tetos. Quando o Tenjo-name lambia o teto, ao invés de limpo, ele ficava mais sujo.
Mesmo como uma superstição, botar a culpa de tetos sujos, frios invernais, e as trevas em um monstro, pode soar absurdo, e não se sabe realmente como era a crença global nesse conto em particular. Os historiadores modernos agora acreditam que o autor da histórica enciclopédia youkai em que o Tenjo-name apareceu pela primeira vez, provavelmente simplesmente o inventou sem qualquer crença anterior em sua existência.
05. Sensação de estar sendo observado – Mokumokuren

No Japão antigo, refugiar-se em uma casa abandonada poderia ter sido necessário para a proteção contra as intempéries, mas como hoje em dia, muitas vezes provou ser uma experiência desagradável. Muitas vezes foi relatado que pessoas que dormiam em uma casa abandonada tiveram uma estranha sensação de que eles estavam sendo observados por uma presença invisível. Recusando-se a acreditar que essa sensação pudesse ser mera imaginação, a superstição considerou que os hóspedes não convidados estariam de fato sendo observados pela própria casa. Chamada de Mokumokuren, da velha casa abandonada brotariam centenas de olhos que os observariam incessantemente.
Realmente, assim como o item anterior, a ideia dos Mokumokuren soa meio bizarro e bem pouco crível até para os padrões do passado. Acredita-se ser uma outra criação do mesmo artista que inventou o Himamushi-nyudo. Enquanto o primeiro era muito feio e assustador, os olhos do Mokumokuren pareciam mais confusos do que sinistros. Eles são espiritos que vivem dentro de uma shõji (porta deslizante feita de papel de arroz). Se o shoji tiver buracos, os olhos podem ser vistos por dentro desses buracos. Caso uma pessoa veja um Mokumokuren de longe, talvez ela fique cega. O único jeito de remover esse espírito é furando as telas do shoji.
Mais de 80 de youkais de Sekien foram inventados, muitas vezes em sátira à monges sem escrúpulos e distritos da luz vermelha do Japão antigo.
04. Tremores inexplicáveis na casa – Yanari

Em japonês moderno, yanari significa a agitação ou o chocalhar de uma casa, geralmente durante um terremoto. A palavra em si, no entanto, encontra suas origens no folclore antigo. No passado, qualquer ruído estranho que uma casa fizesse, seria causado por um youkai chamado de Yanari que estaria chacoalhando, martelando e batendo nas paredes. Embora os terremotos fossem comuns no Japão antigo, não se sabia que inúmeros terremotos de baixo nível ocorriam ao longo do dia e que não podiam ser sentidos. Quando uma casa balançava sem motivo aparente, pensavam ser o Yanari fazendo travessuras.
Mesmo casas modernas fazem sons quando elas se adaptam à fundação, e a queda noturna da temperatura faz com que os seus materiais entortem, e uma vez que as casas japonesas antigas eram muitas vezes construídas com bambu, madeira, palha e chão batido; eram provavelmente muito barulhentas durante a noite. Juntando isso, o vento e qualquer animal que possa ter subido no telhado, temos o resultado do que acusavam o Yanari de provocar.
03. Desaparecimentos – Kitsune

De acordo com o antigo folclore japonês, animais comuns eram muitas vezes mais do que aparentavam. Raposas, em particular, seriam responsáveis por uma série de ocorrências sobrenaturais. Elas geralmente se limitavam a brincadeiras comuns, mas também podem ser responsáveis por façanhas mais sinistras que vão desde incêndios à sequestros. Uma crença comum é que, após o anoitecer, raposas (Kitsunes) apareciam como belas mulheres que seduziam os homens para longe de suas famílias.
Uma história conta sobre um homem amoroso que, ao caminhar pela cidade logo após o anoitecer, encontrou uma bela jovem. Por insistência dele, ela o levou até sua propriedade e os dois passaram a noite juntos. Na manhã seguinte, ele havia jurando amor eterno a ela e esqueceu-se completamente de sua vida anterior. Sua nova esposa ficou grávida, e nove meses depois deu-lhe um filho.
Enquanto isso, sua família procurava por ele incessantemente. Quando finalmente lhe deram por morto, eles oraram para a deusa Kannon para que encontrassem seu corpo. Kannon respondeu suas orações e o homem de repente apareceu se arrastando por debaixo das tábuas do chão de seu armazém, enquanto a família mágica de raposas que o havia sequestrado, correu para longe.
02. Levar um tombo – Kamaitachi

Que alguém pode simplesmente cair de vez em quando, não parece fazer muito sentido para os supersticiosos japoneses, então eles diziam que as pessoas foram derrubadas por um monstro. Kamaitachi, ou “doninhas foice”, seriam bandos de doninhas monstruosas que cavalgavam os ventos e causavam cortes e arranhões em vítimas humanas inocentes.
Movendo-se mais rápido do que o olho humano pode ver, Kamaitachi trabalhava em grupos de três. A primeira iria derrubar a vítima, em seguida, a segunda, iria infligir cortes até que a terceira aparecesse em seguida e curasse os ferimentos, de modo que no momento em que a vítima percebesse o que estava acontecendo, ela ficaria apenas com feridas dolorosas que não possuíam nenhum vestígio de sangramento.. Os monstros seriam os responsáveis por todos os tipos de tombos, e depois de se levantar e encontrar um corte, a vítima iria exclamar que tinha sido cortada por uma Kamaitachi. Elas eram uma desculpa pronta para cortes e arranhões que alguém poderia não estar disposto a explicar. Vários relatos citavam pessoas que botavam a culpa de suas feridas em Kamaitachi’s em vez de admitir que haviam tomado um tombaço.
01. Paralisia do sono – Kanashibari

Comparado a outros países, a paralisia do sono é bem mais comum no Japão, com uma estimativa de 40 por cento da população experimentando isso em algum momento de suas vidas. A prevalência, no entanto, é muito mais devida à fatores culturais do que genéticos. Chamado de Kanashibari, o que significa aproximadamente “atado ao metal,” é considerado um fenômeno bem conhecido no Japão. Com uma infinidade de blogs e programas de televisão sobre o assunto, os dorminhocos japoneses são simplesmente muito mais condicionados a reconhecer Kanashibari do que em quaisquer outras partes do mundo. Às vezes, porém, sendo incapazes de se mover enquanto estavam deitados, atribuem a paralisia à espíritos.
Desde crianças até estudantes universitários descrevem terem visto fantasmas ou intrusos que entram em seus quartos e os prende, enquanto eles dormem. As crianças dizem que dormir com um bicho de pelúcia chama a atenção desse fantasma, bem como dormir de costas. Outros dizem que por ter sido indelicado ou ter estudando muito. Alguns são tão fascinados por Kanashibari chegando ao ponto de usar essas técnicas para atrair o horror de ser preso por um “espírito”.
Fonte Listverse
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
On 16:02 by papa in #Curiosidades, #Imagem, #Interessante, #janken, #Japão, #jokenpo, #News, #tecnologia No comments
Robô ‘trapaceia’ ao usar reconhecimento e reação ao invés de tomar a decisão antes. Ao invés de usar previsão, o robô usa reconhecimento e reação em alta velocidade. Tecnicamente, o robô trapaceia pois reage extremamente rápido ao que a mão humana está fazendo ao invés de realizar uma ação simultânea premeditada, como dita a regra do jogo. Levando apenas um milissegundo (0,001 segundo ou um milésimo de segundo) para reconhecer qual forma a mão humana está fazendo, o robô então escolhe a forma vencedora e reage em alta velocidade, quase simultaneamente. Em comparação, a versão um deste robô completava a forma em 20 milissegundos depois que a mão humana.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Vocês lembram de Sharknado né? A ideia de Tubarões caindo do céu e voando pela cidade em um tornado é uma das coisas mais assustadoras que você pode imaginar. Felizmente (ou infelizmente) o filme era pra ser trash e não metia medo em ninguém.
Mas ao contrário dos americanos, os japoneses possuem uma coisa chamada ANIME, que pode dar vida às coisas mais bizarras imaginadas pelo ser humano.
E uma dessas coisas, se chama Gyo… um mangá de horror que foi adaptado para um OVA de 70 minutos, que conta uma singela história, que vou resumir aqui sem spoilers: Animais marinhos criam pernas e saem andando pelas ruas e no meio tem uns tubarões ai você já sabe o que rola. Tá bom pra você? Não?
Então só vou dar um exemplo:
Sim, é um motherfucking tubarão com pernas de aranha. TÁ BOM PRA VOCÊ AGORA????????
E bem, para terminar de maneira linda esse post, nada melhor que o OVA inteiro para vocês assistirem aqui. Se tiverem 70 minutinhos de tempo sobrando… aproveitem:
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Eu não vou nem falar nada, apenas assistam esse vídeo.
O cara demora um pouco mais de 12 minutos pra fazer uma pintura perfeita de um dragão, com um técnica muita curiosa (que não sei o nome, se alguém souber…)
Mas enfim, assista até os 4 minutos e você vai entender o que eu estou falando:
Cara………. como??????
sábado, 28 de setembro de 2013
Ano 2004. Escola Elementária Okubo de Sasebo, prefeitura de Nagasaki (Japão); uma escola como outra qualquer, em que as crianças brincam e aprendem. Uma pequena de 11 anos se destaca perante os demais. Se chama Natsumi Tsuji e é uma estudante modelo, tira notas estupendas e é apaixonada por basquete, cinema e internet. Seu QI era de 140.
Natsumi tem uma amiga de doze anos chamada Satomi Mitarai, são unha e carne e desfrutam de uma amizade invejável, entre brincadeiras e estudos. Porém, um dia, acontece um desentendimento entre as duas, uma discussão sobre o assunto ridículo de popularidade na escola acaba terminando com essa bela amizade. A puberdade é realmente absurda, pois adolescentes têm a tendência de valorizar coisas muito pequenas como popularidade, aparência e etc.
Nessa época, Natsumi já havia começado a se interessar pelo cinema japonês de caráter violento, sendo sua obra preferida o filme “Battle Royale”, um filme considerado culto, que relata uma situação insustentável de violência juvenil no Japão, que obriga o governo a largar anualmente um grupo de alunos em uma ilha, que devem matar uns aos outros para sobreviver. Outro de seus filmes favoritos é “Voice”, também japonês, conta a história de uma jovem que enlouquece e se transforma em uma assassina. A menina foi se afastando cada vez mais dos estudos e fechando-se. Criou uma página na web exclusivamente dedicada ao mundo do terror, violência extrema, hentai violento e gore com direito a mutilações, sangue e escatologia. Ela tinha apenas 11 anos.
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| Capa do filme japonês "Battle Royale" |
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| Cena do filme "Battle Royale" |
Sua colega e antiga amiga “Satomi” fez um comentário na internet chamando Natsumi de “gorda”. Uma pré-adolescente com a cabeça no lugar provavelmente teria ignorado o assunto, mas com Natsumi foi diferente. Ela já tinha criado algo macabro dentro de si, não saía de casa e a internet era seu único refúgio social. Sua mãe lhe obrigou a largar o basquete e dedicar seu tempo integralmente aos estudos, já que suas notas estavam indo de mal à pior. Posteriormente ela voltou a jogar basquete, mas desta vez, abandonou-o por si mesma. Se encontrava totalmente deslocada.
No dia 1º de junho do ano de 2004, Natsumi Tsuji levou sua colega Satomi Mitarai a uma sala de aula vazia. Vendou seus olhos com a desculpa de que queria fazer um jogo com ela, e ali, sem mais nenhuma palavra, degolou a menina a sangue frio com seu estilete, e ainda lhe causou vários outros cortes nos braços. Após isso, com a roupa e mãos ensanguentadas, voltou para a aula como se nada tivesse acontecido. Seu professor, ao vê-la coberta de sangue e com o estilete na mão, soltou o alarme e logo descobriu a terrível verdade.
A polícia deteve a menina assassina, enquanto de sua boca o único que se escutou foi “Fiz algo errado, certo? Eu sinto muito.”. Para os médicos, já era tarde demais, eles apenas puderam constatar a morte de Satomi. Uma alma de doze anos se foi, sem ter vivido o suficiente. Mais tarde foi descoberto que algumas semanas antes, Natsumi havia protagonizado um episódio violento dentro da sala de aula, em que ameaçou um colega com o mesmo estilete que usou para assassinar Satomi.
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| A menina Natsumi. |
A menina passou a noite na delegacia de polícia. Inicialmente não mencionou o motivo de seu ato, mas um pouco depois confessou aos policiais que havia assassinado Satomi Mitarai por causa das mensagens que viu na internet, como comentários sobre seu peso.
A pequena homicida foi julgada em 15 de setembro de 2004 e sentenciada a 9 anos de internamento no reformatório da prefeitura de Tochigi. O governo japonês é muito discreto com a privacidade dos crimes cometidos por menores, e proibiu que os meios de comunicação divulgassem o nome da menina. Os noticiários a chamavam de “Menina A”. Entretanto, um jornalista da Fuji TV, não se sabe se propositalmente ou por descuido, revelou seu verdadeiro nome, Natsumi.

Nevada-tan teve todos os ingredientes perfeitos para converter-se em um mito para uma multidão de indivíduos na internet. Uma menina de 11 anos, colegial, japonesa, violenta e assassina; o que mais querem os amantes de mangá e hentai? Os otakus mais pervertidos e anti-sociais ganharam sua heroína.
A figura de Nevada-tan começou a ficar popular e fóruns japoneses tipo imageboard como 2chan (seguido posteriormente, como não, por todos os outros fóruns anônimos) foram os primeiros a criar o meme que daria a volta ao mundo, persistindo até os dias de hoje. A menina foi elevada há uma categoria de semi-deusa e se converteu em um ícone macabro de adolescentes doentes e mesquinhos. Surgiram desenhos e representações, um mais sinistro que o outro, virou moda o cosplay de Nevada-tan (como o da fotografia que encabeça este post), surgiram multidões de fanfics e fanarts do assassinato, fotografias da menina (não se sabe se reais ou não) e material de todo tipo. Um grupo alemão de música, chamado Pan!k mudou seu nome para Nevada-Tan e até o grupo australiano Love Outside Andromeda dedicou a letra “Boxcutter, B
aby” para ela. Tudo justificado por um cruel assassinato.
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| Cosplay de Nevada-tan |
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| Jovens japoneses em festa à fantasia. |
Menção especial ao grupo Fecal Matter Discorporated, que dedicou uma canção e um disco inteiro, segundo eles mesmos, “à ela e a todas as pequenas assassinas japonesas”.
Também apareceu uma espécie de hino ou canção na internet, segue a letra:
Essa garota com tanta raiva,
Essa garota lá da escola.
Olhe aqui, Neva,
Há algo especial em seu estilete.
NE-VA-DA!
Por favor, por favor, não me machuque.
Vai apunhalar meu pescoço.
Não, não, não! Não me mate!
NE-VA-DA!
Essa garota se tornou popular
Essa garota com seu desejo especial de “bom dia”.
Olhe aqui, Neva.
Há algo especial em seu estilete.
NE-VA-DA!
Por favor, por favor, não me corte!
Meu sangue vermelho se espalhará por toda parte.
Não, não, não! Não me mate!
NE-VA-DA!

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| A ex-banda Pan!k, agora chama-se Nevada tan. |
Nevada-tan passou de uma assassina para a personificação de uma rebeldia alternativa e violenta, ansiada por um amplo grupo de jovens de todas as partes do mundo. Porém, alguém já parou para pensar na menina e em sua família? Algum desenhista, enquanto divulgava sua admiração por ela, pensava que ela havia assassinado a sangue frio uma menina de doze anos? O que os jovens japoneses precisavam expressar quando se fantasiavam de Nevada-tan? O que lhes causou tanta raiva a ponto de esquecer a morte de uma menina inocente?
Natsumi Tsuji não é uma figura que deva encobrir, ao contrário. Representa o monumental fracasso do sistema educacional e assim se fez chegar ao governo japonês da época, Nevada-tan era uma menina que destilava violência e nem seus pais, tampouco seus professores perceberam isso a tempo. Se uma criança de 11 anos passa horas na internet fazendo desenhos de caráter agressivo, assistindo filmes de violência extrema, não sai mais de casa, larga os estudos e os amigos, algo não está bem. Quem já assistiu “Battle Royale” sabe que não é um filme para crianças de 11 anos.
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| Desenho do filme Battle Royale, que ela publicou em sua página, na internet. |
Obviamente o problema não está na internet, mas sim nas pessoas. Primeiramente nos pais e professores que foram incapazes de perceber a tempo que algo estava errado com Natsumi, para poder ajuda-la. Segundo, na colega que praticou bullying com a menina e acabou por se tornar uma vítima, posteriormente. Terceiro, no sistema educacional que não consegue fazer uma criança distinguir o certo do errado. E em quarto e último lugar, vem os adolescentes que endeusaram a menina, sem levar em conta que isso não é uma brincadeira. Uma vida foi perdida e outra vida foi condenada. Ambas as meninas têm famílias, que foram completamente destruídas pelo tamanho da tragédia. A escola em que estudavam, seus colegas, professores, e até mesmo as pessoas próximas a elas como vizinhos, foram traumatizados de uma forma brutal. O que os usuários fizeram na internet foi muito doentio. Crianças são influenciáveis, agora imaginem se outra menina vê tudo isso, sente vontade de ser adorada como Nevada-tan e acaba por cometer um crime do mesmo nível? Mais crianças, famílias, professores seriam atingidos, mais vidas destruídas e a troco de quê?

Em 2010 Nevada-tan completou 18 anos e ainda faltavam mais 3 anos para sair do internamento. Se fala muito sobre ela e sobre o que será dela quando sair. Eu só espero que o tratamento que ela teve com psicólogos, psiquiatras e educadores tenha efeito e ela consiga se redimir com a vida e com seu passado.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Devido à sua posição geográfica, o Japão permaneceu isolado do resto do mundo por milhares de anos, e durante muito tempo o território foi dividido em diversos pequenos estados feudais comandados por chefes guerreiros conhecidos comodaimyo. E como você pode imaginar, esses pequenos reinos travavam guerras constantes para estabelecer sua supremacia sobre os demais.
No início, eram os camponeses — com pouco ou nenhum conhecimento militar — quem participavam dessas batalhas como soldados, o que resultava em uma enorme perda de vidas. Assim, com o passar do tempo e a intensificação dos combates, os chefes feudais se viram obrigados a empregar guerreiros profissionais treinados nas mais diversas artes da guerra, que ficaram conhecidos como samurais.
Feudalismo x capitalismo
Embora esses guerreiros tenham surgido muito antes da Idade Média, foi só no século 12 que os samurais se estabeleceram como classe dominante de aristocratas militares até meados do século 18, quando começaram a perder a sua importância devido à chegada da influência ocidental e o início da modernização no Japão. E em 1873, o Imperador Meiji mudou o regime de feudalismo para capitalismo e aboliu a classe dos samurais como forças armadas do país.
Mais do que especialistas em artes marciais, os samurais também estudavam filosofia e religião, e quando não estavam em guerra, se dedicavam à prática de outras artes, como a poesia, por exemplo. E além de serem famosos por sua honra e dignidade, esses guerreiros juravam morrer por seus mestres, cometendo oseppuku, o suicídio ritual que envolvia realizar um corte no abdome diante de espectadores.
A seguir você pode conferir uma lista publicada pelo site Buzzle e conhecer quem foram alguns dos samurais mais famosos do Japão:
Minamoto no Tametomo (de 1139 a 1170)

Também conhecido como Chinzei Hachirō Tametomo, esse guerreiro se tornou famoso por sua incrível habilidade com a espada e destreza em disparar flechas sobre montaria. Tametomo também contava com o braço esquerdo mais longo do que o direito, algo que ele utilizava como vantagem. No entanto, depois de ser capturado e de ter o seu braço esquerdo decepado por seus inimigos, Tametomo tirou a própria vida.
Tomoe Gozen (de 1157 a 1247)

Surpreendentemente, Tomoe Gozen não foi um guerreiro, mas uma guerreira,sendo uma das poucas samurais conhecidas. Ela era descrita como uma belíssima mulher com longos cabelos negros que, além de ser extremamente corajosa, era capaz de combater deuses e demônios ferozmente. Tomoe não só participou da primeira grande batalha entre várias forças samurais, como sobreviveu ao confronto, retirando-se da carreira militar depois desse sangrento evento.
Kusunoki Masashige (de 1294 a 1336)

Masashige se transformou no ícone da lealdade samurai, e sua imagem foi utilizada durante a Segunda Guerra Mundial como símbolo nacional da propaganda militar japonesa. Esse guerreiro foi um extraordinário estrategista, e acredita-se que ele cometeu o seppuku depois que o imperador a quem ele servia ignorou seus conselhos durante uma guerra, o que resultou na perda da batalha, embora não tenha sido culpa sua.
Takeda Shingen (de 1521 a 1573)

Chefe de um famoso clã, Takeda Shingen liderou cerca de 40 campanhas durante a sua carreira, incluindo uma das batalhas entre samurais mais sangrentas da História. Além disso, esse guerreiro era fascinado por armas de fogo e acreditava que esses artefatos um dia substituiriam as espadas, os arcos e as flechas, e os historiadores acreditam que Shingen — ironicamente — morreu de um tiro.
Oda Nobunaga (de 1534 a 1582)

Considerado um dos mais habilidosos generais da idade média, Nobunaga foi um dos unificadores do Japão feudal durante um período em que o país se encontrava próximo ao caos e alguns clãs decidiram invadir a capital e tomar o poder. Nobunaga, embora estivesse no comando de um exército muito menor, conseguiu vencer os inimigos e conquistar a vitória mais impressionante da história do Japão.
Além dessa façanha, Nobunaga também ficou conhecido por ajudar enormemente na expansão do comércio internacional, resultando em um crescimento significativo da economia japonesa. Apesar de sua enorme popularidade, o samurai foi traído por um de seus generais, que ordenou o seu assassinato.
- FonteBuzzle
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Durante a conferência da Sony preparando-se para a Tokyo Game Show, no Japão, a empresa surpreendeu mostrando que o PS Vita ainda existe e melhor: que eles lembram dele. Diversos jogos interessantes, como Natural Doctrine, Soul Sacrifice Delta e Phantasy Star Nova, foram anunciados para o portátil, além de um novo modelo.
O novo modelo é menor e mais fino que o modelo que já conhecemos e tem uma tela de cinco polegadas (LCD, não OLED), além de armazenamento interno de 1GB. A bateria desse modelo durará uma hora a mais que o modelo atual, usará micro-USB para recarregar também. O visual redesenhado traz consigo seis opções de cores. Um novo cartão de memória para o PS Vita também foi anunciado, agora com 64GB de armazenamento.
O novo PS Vita será lançado no Japão no dia 10 de outubro, custando cerca de 18,980 Yen (US$200 ou R$440). Sem previsão para o ocidente.
Fonte: SCEJA Press Conference 2013
O novo modelo é menor e mais fino que o modelo que já conhecemos e tem uma tela de cinco polegadas (LCD, não OLED), além de armazenamento interno de 1GB. A bateria desse modelo durará uma hora a mais que o modelo atual, usará micro-USB para recarregar também. O visual redesenhado traz consigo seis opções de cores. Um novo cartão de memória para o PS Vita também foi anunciado, agora com 64GB de armazenamento.
O novo PS Vita será lançado no Japão no dia 10 de outubro, custando cerca de 18,980 Yen (US$200 ou R$440). Sem previsão para o ocidente.
Fonte: SCEJA Press Conference 2013
domingo, 1 de setembro de 2013
Após o desastre envolvendo a usina nuclear de Fukushima, o governo japonês organizou uma campanha intensiva para convencer a população a limitar a um mínimo possível a utilização de energia. Dessa forma, não falta quem busque métodos alternativos para escapar dos períodos mais calorentos do ano, o que acabou por fortalecer enormemente determinado setor do mercado.
Grandes varejistas passaram, inclusive, a reservar andares inteiros apenas para máscaras, géis, espumas e até sutiãs para resfriar um pouco a temperatura — removendo impurezas da pele e desodorizando, em alguns casos. Confira abaixo cinco das opções mais populares no mercado japonês:
Espuma refrescante/ornamento corporal

Intitulada “Hokkyoku Monogatari” — “Contos do Polo Norte”, em uma tradução direta —, essa espuma azul transmite uma sensação de refrescância assim que entra em contato com a pele. E há ainda uma vantagem estética óbvia: o material pode facilmente virar um colar, pulseira ou desenho na pele.
Super Cool Bra

Outra medida igualmente refrescante e fashion, o sutiã da empresa Triuph é um pacote completo para enfrentar o mormaço. Além trazer compartimentos com gelo, a peça ainda traz bolsas para guardar sal (para recuperar o que é perdido no suor) e balas de menta, um leque e uma cumbuca... Para jogar água sobre a nuca e tal.
Gel refrescante Ice Spark

Eis aqui outra solução que tem se mostrado bastante popular na Terra do Sol Nascente. O gel Ice Spark pode ser espalhado em várias partes do corpo, conferindo a desejável sensação de frescor. Há ainda a vantagem de uma secagem bastante rápida — evitando a sensação de pele molhada. Ademais, o Ice Spark também pode atuar como desodorante.
Lenços umedecidos

Os lenços umedecidos Ice-Type trazem duas vantagens simultâneas: um refresco para o calor e uma limpeza rápida da pele — já que o item também remove gorduras da pele.
Colarinho gelado
O Erimoto Hinyari Sheet é uma bela saída para refrescar o pescoço e ainda evitar o suor excessivo. Trata-se de adesivos estilo Band-Aid que podem ser colados no colarinho da camisa, causando refrescância e absorvendo grande parte do suor.
Uma bolsa para guardar tudo

Sendo uma indústria tipicamente japonesa, é claro que não poderiam faltar as bolsas com temas mimosos para guardar todos os seus vários produtos refrescantes. É só escolher a sua — ursos, macacos ou figuras antropomórficas variadas.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Trata-se de uma nova atração do parque da Universal Studios em Osaka, batizada de “BioHazard: The Real“. O parque temático do Resident Evil também está localizado no Universal Studios.
Os participantes do live-action de Resident Evil recebem armas de 700g que disparam balas virtuais pra sair matando tudo que se mova e tenha uma aparência repugnante. O trajeto é dividido em duas etapas, a primeira acontece em uma rota alternativa que pode ser o departamento de polícia ou o hospital de Raccoon City, enquanto a segunda se passa no centro de pesquisas da Umbrella Corporation. No final da brincadeira existe uma loja de conveniencia para você comprar lembranças da sua experiência apocaliptica.
E então, vamos para o Japão?
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