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domingo, 19 de abril de 2015
On 03:14 by papa in #Ciência, #Curiosidades, #Física, #Interessante, #Lista, #Pirâmides, #Poliedro, #tecnologia, #Teoria No comments
Pirâmide é todo poliedro formado por uma face inferior e um vértice que une todas as faces laterais. Existem diversos tipos de pirâmides espalhadas pelo globo, no entanto, nós brasileiros geralmente ouvimos falar apenas das pirâmides do Egito durante as aulas de História do Ensino Fundamental e Médio.
Essas estruturas incomuns sempre chamaram muita atenção devido os mistérios que as envolvem. São marcos de Engenharia Antiga e a maior parte dessas engenhosas obras já estavam de pé 3 mil anos antes de Cristo nascer, sendo que, até hoje, os cientistas debatem a respeito de como elas foram construídas, em especial, as pirâmides que se encontram no Egito.
Esse post é destinado aos amantes do nonsense e deixa de lado a lógica para explorar nossa imaginação em busca de uma nova visão sobre antigas discussões. Trata-se de teorias malucas que abordam o tema encontradas na Internet.
Confira:
5. Super tecnológico meio de transporte
Muitas questões rodeiam ainda hoje nossos conceitos estabelecidos sobre “pirâmides”. Por exemplo, os complexos piramidais mais famosos do mundo chamados Quéops, Quéfren e Miquerinos, na Necrópole de Gizé, são consideradas atualmente como túmulos dos faraós. No entanto, apesar dos sarcófagos, na Grande Pirâmide – que foi descoberta por volta de 1950 com os aposentos principais lacrados, tal como a Câmara Real – não encontraram nenhum corpo. Além disso, as escrituras em suas paredes não dizem exatamente que a sua finalidade era guardar os restos mortais do faraó: os hieróglifos dizem que ali é o local onde os faraós vão de encontro aos deuses. Provavelmente algum ocidental relacionou isso à morte, pois na nossa cultura, enraizada no Cristianismo, o encontro com Deus é vinculado com a morte, mas nas Religiões Egípcias, o faraó não precisava estar necessariamente morto para contatar os deuses. Em algumas escrituras nos templos egípcios há passagens que falam que por alguns períodos os faraós invocavam os deuses e esses passavam a viver entre nós. Depende da forma como você interpreta, a pirâmide pode ser um tumulo … ou um mega meio de transporte!
Mas calma, os mistérios não terminam por aí….
Semelhanças que desprezam distâncias
Hoje, em um período pós globalização, nenhum conhecimento é restrito à uma cultura a não ser que esse seja desejo de quem o contém, do contrário, ele pode usar a rede mundial de computadores para transmitir todo o conhecimento para uma pessoa à quilômetros de distância do local de onde se encontra.
Contudo, o que você acharia se eu dissesse que, de alguma forma, as antigas civilizações da América Cental, Ásia e África trocaram informações e assustadoramente seguiram as mesmas regras de engenharia e estrutura para construir pirâmides idênticas em diferentes pontos do mundo em uma época que, segundo os livros de História, as grandes navegações sequer existiam? Como pode haver em cinco continentes estruturas piramidais idênticas, construídas na mesma época, sem que exista qualquer tipo de contato entre os envolvidos na construção dessas obras? Coincidência? Quais as probabilidades disso acontecer?
Incrível, não? Mais impressionante ainda é saber que essas pirâmides semelhantes que estão separadas por uma imensidão de terra e mar, supostamente, de algum modo e por algum motivo, foram construídas utilizando o mesmo conhecimento de astronomia. Exemplo: as pirâmides de Montevecchia, Milão, Itália, é baseada na mesma estrutura das pirâmides do planalto de Gizé e ambas apontam para o mesmo local no Mapa Estelar: apontam para o cinturão de Órion e apontam para constelação de Sirius. Já as pirâmides da Indonésia seguem os mesmo traços e forma das pirâmides de Chichen Itza e ambas apontam para Sirius. Estranho?! Estranhíssimo!
Mas se isso era um meio de transporte, como essa joça funcionava?
Os teóricos das pirâmides transporte apontam para algumas pistas, no caso da Grande Pirâmides de Queóps:
- Ela tem oito lados, que incrivelmente, só pode ser percebido olhando a pirâmide de cima – digo, do céu – , na manhã e no pôr do Sol nos equinócios da primavera e do outono;
- Era revestida com pedra de calcário polido, imitando placas espelhadas (similares aquelas que você vê em geradores de energia solar, entretanto, feitas de calcário), com o topo feito de ouro.
- É alinhada com o Norte magnético terrestre, ou seja, está alinhada com a massa da Terra.
- Há quatro pequenos dutos dentro da pirâmide, alinhadas com o seu centro, que são justamente alinhados com o Cinturão de Orion e a Constelação de Sírios, chamados pelos egípcios da época de “passagens dos deuses”.
Dada as pistas e ainda, unindo-as as passagens das escrituras que representam que os deuses eram invocados ao Egito apenas nos dias dos equinócios, acredita-se que a máquina de teletransporte funcionasse somente nesses curtos períodos sendo completamente inútil no resto do ano. O motivo que deixava a máquina inoperante o resto dos dias era possivelmente o Sol não conseguir atribuir energia suficiente para a piramide funcionar e buscar um dos seres lá das constelações distantes.
4. Proteção do Conselho dos Nove

Tem uma lenda antiga do Egito, que fala sobre um grupo chamado de “Conselho dos Nove”, formado por nove seres extraterrestre – cada um de uma raça diferente de extraterrestre – que seriam os responsáveis por criar os seres humanos e por esse motivo se tornaram também nossos guardiões.
Por que Guardiões? Meu entendimento sobre a lenda, essa diz que existe, em algum lugar numa galáxia muito distante, uma espécie de acordo intergalático que impede que seres em estágio de evolução sejam atacados por seres com maior poder tecnológico. Nossos representantes seriam o “Conselho dos Nove” e como tais parece que desenvolveram algumas tecnologias de proteção planetária para impedir que alienígenas malvados venham dominar o planeta antes de ele atingir um estágio de evolução apropriado. Entre essas tecnologias de proteção, as piramides seriam uma das principais!
Essa teoria diz que as piramides, são responsáveis por um “escudo” protetor que é invisível e envolve o planeta, sendo ativado diante de qualquer ameaça de alguma armada interplanetária.
Tal teoria vai de encontro com algumas outras maluquices que também já passaram por aqui, como o caso Ashtar Sheran – a entidade sinistra a qual existe relatos no mundo todo – que fala aos seus contatos que a Terra realmente seria protegida por um sistema de Proteção desde a criação humana.
Andrija Puharich, o maior especialista do assunto, relatou que o Conselho dos Nove ainda estão presentes entre nós, disfarçados e que é extremamente difícil entrar em contato com eles. Puharich foi um dos pesquisadores envolvidos no projeto ultrasecreto chamado MKULTRA, desenvolvido pela CIA a partir dos anos 50 e que, por acidente, teria conseguido contatar uma dessas entidades através de um dos experimentos bizarros realizados com uma de suas cobaias (para quem não lembra do MKULTRA, o projeto estudou todo tipo de bizarrice utilizando pessoas que acreditavam ser médiuns). Andrija confessa em um dos seus livros que não teve um dia da sua vida em que não lembrasse e ficasse perturbado com as declarações que ouviu da entidade durante a realização do experimento.
Para os teóricos, nós temos muito que temer caso essa proteção termine.
3. O Poder de Cura e Imortalidade
Em 1989, o PhD Alexander Golod se uniu ao Antigo Governo Soviético para realizar pesquisa sobre o poder das pirâmides. Golod suspeitava que algumas estruturas geométricas pode produzir campos energéticos que tem o poder de afetar fenômenos no Universo, fazendo-os se comportar de maneira diferente. Com cerca de R$ 1, 1 milhão de doláres, Golod e o Governo construíram na Rússia mais de vinte grandes pirâmides em oito locais diferentes, cada uma com 44 metros de altura pesando mais de 55 toneladas, feitas de fibra de vidro.
Efetuada a construção, Alexander conduziu um estudo intenso envolvendo diversas ciências: medicina, ecologia, agricultura, física e ciências da saúde.
Ao termino, Golod concluiu que:
- Sistema imunológico dos organismos melhoram notavelmente (composição de leucócitos no sangue aumentou);
- As piramides melhoram a regeneração de tecido;
- sementes armazenadas em pirâmide de 1-5 dias mostraram um aumento de 30-100% na produtividade;
- atividades sísmicas perto das áreas de pesquisa de pirâmide foram reduzidas em termos de gravidade e tamanho;
- tempo violento também parece diminuir na proximidade das pirâmides;
- pirâmides construídas no sul da Rússia (Bashkiria) parecem ter um efeito positivo sobre a produção de petróleo com o óleo tornando-se menos viscoso em 30% e o rendimento dos poços de petróleo aumentaram de acordo com testes realizados pela Academia de Moscou de Petróleo e Gás;
- foram realizados estudos em 5000 presos que ingeriram sal e pimenta, que tinha sido exposta ao campo de energia da pirâmide. Os resultados dos teste exibiram um índice de violência muito reduzida e comportamento geral foi muito melhor;
- testes de cultura de tecido padrão mostrou um aumento da sobrevivência de tecido conjuntivo após a infecção por vírus e bactérias;
- substâncias radioativas mostram uma diminuição do nível de radiação no interior da pirâmide;
- há relatos de carregamento espontâneos de capacitores;
- os físicos observaram mudanças significativas nos limiares de temperatura e supercondutividade e nas propriedades de semi-condutores e nano carbono materiais.
- água no interior da pirâmide permanecera líquida em menos 40 graus Celsius, mas congelou instantaneamente se empurrada ou batida de qualquer forma;
E isso era apenas o começo das descobertas. Posteriormente, descobrisse que o tamanho das pirâmides mudavam os resultados das pesquisas. Quanto maior, melhor a qualidade dos eventos ocorridos. Os antibióticos, por exemplo, teriam seu poder de cura aumentado em milhares de vezes de um usuário que tenha se tratado dentro da pirâmide. E para deixar tudo mais estranho, meses após a construção, as Forças Aéreas da Rússia detectaram um intenso e assustador campo magnético sendo emitido das pirâmides!
Claro todo esse amaranhado de bizarrices fizeram com que mais tarde explodissem teorias e mais teorias na Internet. A mais atraente delas – e por que não dizer “maluca” – fala que os faraós já sabiam disso e a intenção deles em construir piramides tão gloriosas estariam no fato de acreditarem que, se construíssem uma piramide extremamente gigante, o resultado não poderia ser outro senão a imortalidade de quem vive dentro delas.
Como construir a Grande Pirâmide hoje custaria aproximadamente 9 bilhões de reais – são 230 metros de comprimento em cada lado, 146 metros de altura, composta de 2,3 milhões de pedras pesando de 3 toneladas à 70 toneladas, em uma massa total de 6,5 milhões de toneladas – parece que nunca iremos saber se essa teoria é ou não simplesmente doida, a não ser que o governo Egipcío permita a reforma da unica existente.
2. A Porta para o Hiperespaço
Muita gente suspeitava que as pirâmides produziam algum tipo de campo de energia, desde lá vai cassetada! Porém, ninguém nunca tinha conseguido provar isso ou mesmo, pensado em uma maneira de medi-lo. O primeiro malucão que resolveu por os pingos nos i’s desse mistério foi Joe Parr.
Parr era um cientista e engenheiro elétrico fascinado pelo Egito. Depois de uma de suas visitas ao Egito, Joe teve a brilhante idéia de medir os campos de energia que ele supostamente acreditava que as piramides tinham em torno de si. Desenvolveu um “instrumento” de medição e conduziu experimentos do topo das piramides em 1977 e 1987. Parr ainda aperfeiçoou seus modelos a partir dessas experiencias e o resultado de toda essa busca foi incrível: com o seu modelo bizarro, Joe Parr foi capaz de identificar que se girasse em uma centrífuga através de uma corrente magnética alternada, um campo de energia se formava em torno da pirâmide, chamada por ele de “Bolha”. Essa “bolha” emitia diferentes tipos de radiações, entre as quais a gama, fenômeno que se realmente ocorreu é ainda desconhecido pela Ciência. E Parr foi além: relatou que em experimento posterior, conseguiu fazer com que a piramide, após obter seu campo energético, começou a flutuar e se mover em uma direção específica. Calculando Joe percebeu que a pirâmide estava se direcionando nada mais, nada menos, do que para constelação de Órion! E o mais intrigante: a pirâmide parecia “piscar”, com se fosse uma imagem de TV, hora ligada, hora desligada. Dessa forma Joe Parr concluiu que a pirâmide modelo está prestes a entrar no Hiperespaço, que por algum motivo não fez, podendo ser uma falha no modelo ou mesmo a falta de energia suficiente para realizar o feito. Infelizmente, para tristeza de todos, Parr morreu em Ventura, California, em 2010, antes de concluir o modelo que acreditava ser capaz de realizar a viagem ao hiperespaço pois conseguia com que a bolha energética fosse completamente fechada.
O hiperespaço é um elemento hipotético previsto nas teorias das Cordas e na Teoria da relatividade que daria acesso à uma viagem mais rápida que a luz e ainda, acesso à outras dimensões existentes. A nossa Ciência atual alega estar longe de descobrir como acessar o hiperespaço de forma segura e sem precisar gastar todo o dinheiro da Terra no investimento. Porém, sem sombra de dúvidas, seria uma das maiores descobertas da Humanidade, já que abriria além das próprias vantagens do Hiperespaço, o conhecimento para fabricação de inúmeras outras tecnologias.
1. A Rede
Nenhuma das teorias anteriores é mais maluca que essa! A Teoria da Rede diz que as pirâmides são na realidade uma grande rede que envolve a Terra. Se conseguíssemos cruzar linhas pelos planetas, conseguiríamos perceber que todas essas pirâmides antigas, formam, na realidade, uma grande rede, uma espécie de cópia de circuito eletrônico que circunda o planeta. Cada uma dessas pirâmides e seus formatos teriam um proposito e funcionariam tal como o projeto hipotético de Tesla de transmissão de energia elétrica sem fios, através da ionização do ar que essas estruturas causariam. O proposito disso tudo? Bem, isso até os teóricos doidões divergem.
Uns dizem que a Rede ainda funciona. Sim, ela está em plena atividade agora mesmo! Você, leitor, é vítima dela e nem sabe. A Rede é, na realidade, uma grande, imensa, máquina de produzir ilusão: você, eu e mais alguns bilhões de seres humanos estamos preso em uma ilusão criada nesse planeta por essa rede. E por quê? Outra divergência, há tantos pontos de vista que vamos até deixar para fazer um post somente a respeito do assunto … em um futuro distante!
O que temos de concreto é que até hoje temos pirâmides imensas sendo descoberta e sendo ocultadas por seus governos, tal como aconteceu na China e na Bósnia.
Já outros dizem que, a Rede não está mais ativa e serviu para um propósito nobre: seria um teletransporte de planeta. Por algum motivo os antigos habitantes desse planeta identificaram algumas dificuldades que, segundo os teóricos, teriam forçado eles a construíssem essa tecnologia. A base dessa teoria estaria em um estudo do Instituto de Astronomia da Universidade de Cambridge que avaliou o espectro eletromagnético do sistema solar e teria identificado que a Terra, ao contrário dos demais, parece que simplesmente apareceu por aqui, melhor dizendo, o espectro apresentava propriedades diferentes dos outros planetas, que segundo os autores do estudo, era vinculado ao cinturão de Van Allen… mas os teóricos não interpretaram dessa maneira.
Todavia, sendo o propósito nobre ou não, ter uma tecnologia de pirâmides em rede que envolve o planeta é, no mínimo, extremamente bizarro. Porém, se isso ainda não fosse o suficiente, os teóricos ainda alegam que as pirâmides de Comando estariam escondidas no Pólo Norte e no Pólo Sul e que elas interfeririam diretamente no campo magnético da Terra. É, leitor, vai dizer que não é muita teoria maluca para ninguém botar defeito?!
E você, o que acha disso tudo?
Via: Ah Duvido
sábado, 18 de abril de 2015
On 17:32 by papa in #AryeShimron, #Geólogo, #Imagens, #Israel, #JamesOssuary, #Jesus, #Teoria No comments
Um geólogo israelita, Arye Shimron, afirma ter encontrado provas de que Jesus foi casado, teve um filho e que a ressurreição não ocorreu
Shimron alega ter “confirmado” a autenticidade do túmulo de Jesus, em Jerusalém, onde estarão também os restos mortais de um alegado filho.
Após fazer mais de 150 testes químicos ao túmulo, o geólogo estabeleceu uma ligação entre o ‘James Ossuary’ – um túmulo dado a conhecer em 2002 que contém a inscrição ‘Tiago, irmão de Jesus, filho de José’ – e a suposta sepultura da família de Jesus, na mesma cidade. O geólogo descobriu fragmentos de magnésio, ferro e silício que estavam no ossário de Tiago, que por sua vez combinava com a assinatura química no alegado túmulo de Jesus.
Estas descobertas trouxeram mais uma vez a controvérsia sobre o túmulo no bairro de Talpiot, que foi descoberto em 1980. Alguns especialistas e arqueólogos têm rejeitado a alegação de que o túmulo de Jerusalém está ligado a Jesus.
Arye Shimron acredita que Jesus foi sepultado com outras nove pessoas, entre elas “Judah, filho de Jesus” e a sua mulher, de nome “Maria”. A teoria no entanto, não é aceite por todos os especialistas porque os nomes José, Maria e Jesus eram muito comuns na época em causa. No entanto, uma percentagem muito pequena teria tido a mesma combinação de nomes na mesma família.
Estas novas provas científicas não são aceites pela Igreja. A pesquisa pode ter enormes ramificações, uma vez que sugere que Jesus era casado, pai de uma criança e que a ressurreição física não ocorreu.
O túmulo de Talpiot está agora selado, os ossos lá encontrados estão nas mãos da Autoridade de Antiguidades de Israel. Já o ossário de Tiago foi colocado num local secreto pelo seu proprietário, que mora em Telavive.
sábado, 7 de março de 2015
Com os enormes avanços tecnológicos — especialmente nas áreas da inteligência artificial, nano e biotecnologia — que estamos testemunhando nos últimos anos, você alguma vez parou para pensar se uma única pessoa, dotada dos conhecimentos e meios necessários, seria capaz de destruir o planeta sozinha? Segundo o pessoal do site io9, que conversou com alguns especialistas em segurança, essa possibilidade é bem real e não é tão remota como parece.
Os profissionais Philippe van Nedervelde —, especialista em defesa nuclear, biológica e química —, James Barrat — especialista em inteligência artificial — e Robert Freitas — especialista em nanotecnologia — acreditam que a possibilidade de que um grupo terrorista pequeno e até mesmo a de que um único indivíduo possa destruir a Terra não está sendo levada a sério o suficiente. Aliás, a maioria das pessoas nem sequer imagina que está correndo perigo.
Convergência de riscos
Para os especialistas, algo parecido com uma “tempestade perfeita” está se formando, com vários fatores de risco convergindo para um único propósito. Entre eles estão perigos existenciais criados pelo próprio homem, assim como ameaças de origem cósmica. Portanto, se a humanidade espera continuar por aqui durante os próximos milênios, é imprescindível que consigamos sobreviver da melhor forma possível às próximas décadas.
Com respeito aos perigos de “fabricação” humana, os especialistas citaram como mais ameaçadores as pandemias provocadas por ataques biológicos, guerras termonucleares, o surgimento de uma inteligência artificial que subjugue os seres humanos e o desenvolvimento de armas de destruição em massa baseadas na nanotecnologia. Desses riscos, o da pandemia foi considerado como potencialmente preocupante.
Cenários catastróficos
Os especialistas acreditam que dentro de pouco tempo as pandemias provocadas por criminosos será um perigo real, e alguns ataques biológicos em pequena escala já demonstraram ao mundo o poder dessa “arma”. Além disso, pandemias naturais — como foi o caso da gripe espanhola em 1918 e que matou entre 50 e 100 milhões de pessoas, ou seja, entre 2,5 e 5% da população mundial — já deixaram bem clara a gravidade da questão.
O problema nesse sentido é que a tecnologia necessária para desenvolver agentes patogênicos eficientes e efetivos já existe, e os cientistas dispõem do conhecimento necessário para otimizar seu funcionamento ou para combiná-los de forma que sua ação seja potencializada. Portanto, é possível criar armas biológicas capazes de dizimar completamente a humanidade.
Com respeito ao desenvolvimento de armas de destruição em massa baseadas na nanotecnologia, uma possibilidade mencionada foi a chamada “praga cinza”, ou seja, robôs de dimensões moleculares capazes de se autorreplicar e que consumiriam completamente todos os recursos naturais críticos para a sobrevivência humana. Esses dispositivos poderiam, por exemplo, ser lançados na atmosfera e bloquear o sol ou, ainda, destruir organismos vivos.
Por último, considerando o cenário relacionado com a inteligência artificial, os especialistas acreditam que ela poderia, dentro de poucas décadas, ultrapassar a inteligência humana, e um erro de programação poderia ser fatal. Conforme explicaram, poderíamos nos ver forçados a competir com um rival cujas habilidades sejam muito superiores às nossas, e em situações que nem sequer podemos imaginar.
Mais com menos
O perigo de tudo isso é que o desenvolvimento dessas tecnologias permitirá que se destrua muito mais com muito menos, e a convergência de todas elas só servirá para acelerar e exacerbar drasticamente o aumento do risco. Aliás, para conseguir destruir o planeta, um grupo determinado o suficiente só precisaria de recursos relativamente modestos e que dentro de pouco tempo estarão disponíveis para qualquer um.
Assustadoramente, essas tecnologias estão sendo desenvolvidas por agências governamentais e grandes corporações, e esse conhecimento pode, eventualmente, cair nas mãos erradas. Sendo assim, de acordo com os especialistas, mais do que temer catástrofes globais provocadas por grandes exércitos, devemos ficar atentos a pequenos grupos com as motivações erradas.
Os especialistas também apontaram que indivíduos sozinhos — que tenham o conhecimento suficiente e tenham desenvolvido um ódio violento contra a humanidade — têm o potencial de destruir cidades e regiões inteiras, e não descartam a possibilidade de que os mais motivados possam dizimar continentes e até mesmo o planeta. Por certo, esses possíveis “agentes solitários” tiram o sono dos especialistas em segurança.
Medidas preventivas
É claro que quem quebra a cabeça pensando em possíveis cenários de destruição global também considera formas de evitar que tudo isso aconteça. Conforme explicaram os especialistas, por sorte, não estamos completamente desprotegidos contra os perigos, e precauções, ações preventivas, medidas de contra-ataque efetivas e identificação prematura dos riscos podem ajudar a reduzir o problema.
Uma das alternativas apresentadas seria o monitoramento psicológico de pessoas com comportamento — comprovadamente — anormal através de sistemas educacionais e outras instituições, com o objetivo de que esses indivíduos nunca cheguem a levar a cabo qualquer plano maligno.
Contra o ataque de armas criadas a partir da nanotecnologia, os especialistas sugerem o contra-ataque com “névoas” de nanorrobôs, radiação dirigida e o uso do eletromagnetismo. Por último, contra a ameaça apresentada pela inteligência artificial, o melhor seria criar uma organização global envolvendo a iniciativa pública e privada que estabeleça as diretrizes sobre o desenvolvimento e aplicação dessa tecnologia.
Estado vigilante
Uma alternativa mais radical seria a criação de um estado de constante vigilância, realizada através da própria população e de sistemas microeletromecânicos inteligentes. Esses sistemas consistiriam em robôs, sensores e outros dispositivos diminutos capazes de detectar a presença de substâncias químicas, magnetismo, temperatura e luz, por exemplo, e que no futuro poderão ficar em suspensão no ar como se fossem simples partículas.
Além disso, essa “poeira” espiã permitiria que a população global dispusesse de olhos e ouvidos em todas as partes, e o melhor é que a vigilância não seria feita por operários humanos — corruptíveis e problemáticos —, mas por máquinas. Com isso, obviamente a privacidade absoluta deixaria de existir, e apenas teríamos direito uma privacidade relativa.
Por outro lado, o controle constante resultaria em uma dramática queda em crimes, violência e todo tipo de abusos, seja contra crianças, mulheres ou idosos. O mesmo aconteceria com a corrupção e outros tipos de delito, e se instauraria uma sociedade ética e totalmente transparente.
Fonte: io9
sábado, 9 de novembro de 2013
O professor Steve Benner, do Instituto Westheimer para a Ciência e a Tecnologia, nos EUA, é um dos especialistas a acreditar que um elemento que se crê ser crucial para o início da vida só estaria disponível na superfície marciana. Estas “sementes da vida” teriam então chegado à Terra em meteoritos resultantes de impactos fortes ou erupções vulcânicas em Marte.
“As provas parecem ser cada vez mais fortes de que na realidade somos todos marcianos. Que a vida começou em Marte e veio para a Terra numa rocha”, afirmou, na conferência Goldschmidt, que decorre entre 25 a 30 de Agosto em Florença, Itália.
“É uma sorte termos acabado aqui, uma vez que a Terra é, sem dúvida, o melhor dos dois planetas para manter a vida. Se os nossos hipotéticos antecessores marcianos tivessem ficado em Marte, poderia não haver história para contar”, sublinha.
A “semente da vida” a que Benner se refere é o elemento molibdénio, considerado um catalisador que terá ajudado a evolução de moléculas orgânicas para as primeiras formas de vida.
“Esta forma de molibdénio não existia na Terra na altura que a vida começou, porque há três mil milhões de anos a superfície da Terra tinha muito pouco oxigénio, mas Marte tinha”, acrescenta.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
On 13:39 by papa in #4D, #BuracosNegros, #Ciência, #Curiosidade, #Notícia, #Origem, #Teoria No comments
Questionando uma das teorias científicas mais famosas, cosmologistas da Universidade de Waterloo, no Canadá, acabam de apresentar uma nova explicação para o surgimento do universo. Eles acreditam que o universo teria se formado a partir dos detritos de uma estrela de quatro dimensões que sofreu um colapso e se transformou em um buraco negro – o que explicaria por que o cosmos se apresenta de maneira bastante uniforme em todas as direções.
De acordo com a notícia da revista Nature, o Big Bang – que é a teoria mais aceita até o momento – assume que o universo surgiu da explosão de uma matéria densa. Mas o que ninguém sabe explicar é o que teria dado início a essa explosão – as conhecidas leis da Física não dão conta de nos dizer o que teria acontecido naquele momento.
Outro indício sustentado pelos cientistas é que ainda não se encontrou uma maneira de explicar como uma explosão violenta como o Big Bang teria resultado em um universo cuja temperatura é praticamente uniforme. Eles alegam que não parece ter havido tempo suficiente desde o nascimento do cosmos para que ele alcançasse equilíbrio na sua temperatura.

Para a maior parte dos cosmologistas, a explicação mais plausível para essa uniformidade seria que, logo após o início do tempo, alguma forma desconhecida de energia fez com que o universo inflasse mais rapidamente do que a velocidade da luz. Assim, a pequena estrutura com uma temperatura razoavelmente uniforme teria aumentado de tamanho até se transformar no universo como conhecemos hoje.
“O Big Bang foi tão caótico que não fica claro se havia uma pequena estrutura que viria a inflar para que possamos começar a trabalhar”, explica Niayesh Afshordi, astrofísico do Perimeter Institute for Theoretical Physics, na instituição canadense.
Uma nova explicação
No estudo divulgado na semana passada, Afshordi e sua equipe se basearam na proposta apresentada em 2000 pelo grupo que incluía Gia Dvali, físico atuante na Ludwig Maximilians University, em Munique, na Alemanha. No modelo apresentado, o universo tridimensional é uma membrana – ou uma p-brana – que flutua em um universo maior, que conta com quatro dimensões espaciais.
A equipe de Afshordi notou que, se o universo maior contém estrelas de quatro dimensões (4D), algumas delas podem sofrer colapsos e desenvolver buracos negros 4D da mesma maneira que acontece com as estrelas massivas: elas explodem como supernovas e ejetam violentamente suas camadas exteriores, enquanto as camadas internas se transformam em buracos negros.

No nosso universo, um buraco negro é limitado por uma superfície esférica chamada de horizonte de eventos. Enquanto em um espaço tridimensional comum é necessário um objeto bidimensional (superfície) para criar uma fronteira dentro de um buraco negro, no universo maior o horizonte de eventos de um buraco negro 4D precisa ser um objeto 3D – também chamado de hiperesfera. Quando o cosmologista e sua equipe simularam a morte de uma estrela 4D, eles descobriram que a matéria ejetada forma uma p-brana tridimensional ao redor do horizonte de eventos também tridimensional, além de se expandir lentamente.
Os autores do estudo defendem que o universo tridimensional em que vivemos é apenas uma p-brana e o que notamos com o crescimento é apenas uma expansão cósmica. “Os astrônomos mediram essa expansão e assumiram que o universo deve ter começado com o Big Bang – mas isso é apenas uma miragem”, afirma Afshordi.
- FonteNature io9 Niayesh Afshordi
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