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sábado, 9 de novembro de 2013

On 02:46 by papa in , , , , ,    No comments
O professor Steve Benner, do Instituto Westheimer para a Ciência e a Tecnologia, nos EUA, é um dos especialistas a acreditar que um elemento que se crê ser crucial para o início da vida só estaria disponível na superfície marciana. Estas “sementes da vida” teriam então chegado à Terra em meteoritos resultantes de impactos fortes ou erupções vulcânicas em Marte.
“As provas parecem ser cada vez mais fortes de que na realidade somos todos marcianos. Que a vida começou em Marte e veio para a Terra numa rocha”, afirmou, na conferência Goldschmidt, que decorre entre 25 a 30 de Agosto em Florença, Itália.
“É uma sorte termos acabado aqui, uma vez que a Terra é, sem dúvida, o melhor dos dois planetas para manter a vida. Se os nossos hipotéticos antecessores marcianos tivessem ficado em Marte, poderia não haver história para contar”, sublinha.
A “semente da vida” a que Benner se refere é o elemento molibdénio, considerado um catalisador que terá ajudado a evolução de moléculas orgânicas para as primeiras formas de vida.
“Esta forma de molibdénio não existia na Terra na altura que a vida começou, porque há três mil milhões de anos a superfície da Terra tinha muito pouco oxigénio, mas Marte tinha”, acrescenta.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O ser humano é um conquistador por natureza. Desde o nosso surgimento, éramos nômades que vagávamos de terras em terras, nos apropriando de seus recursos naturais. Mas o fato de termos dominado o Planeta Terra não significa que esse instinto tenha sido erradicado. Principalmente nas condições atuais, onde vemos diariamente notícias que apontam para uma potencial superlotação e escassez de recursos. Mas se já estamos explorando os quatro cantos do mundo, o que nos resta?
Isso mesmo, o espaço. Apesar de ainda não termos tecnologia suficiente para isso, estudos e pesquisas direcionados à colonização espacial estão sempre evoluindo, à fim de nos dar essa oportunidade. E Marte seria um de nossos primeiros alvos nesse quesito. E não só pela escassez de recursos em nosso Planeta! Colonizar esse planeta nos traria algumas boas vantagens, bem relevantes para a nossa sociedade e cultura.

 3. A LOCALIZAÇÃO


Marte é “perto” da Terra. Pelo menos em comparação à outros planetas com o mesmo nível de similaridade com nosso ambiente. O planeta fica perto o suficiente do Sol para receber calor e luz, e longe o suficiente para ser mais seguro que a Terra no caso de mudanças drásticas no comportamento do astro.

2. O VALOR ECONÔMICO


Marte possui 144 trilhões de m² em sua superfície, o que é aproximadamente o mesmo espaço disponível na Terra para o desenvolvimento de uma espécie dominante. Marte também é rico em deutério, que é bem raro por aqui. E que diabos seria deutério? Simplesmente uma substância que, com 1ml, é capaz de produzir a mesma quantidade de energia que seria produzida com 20 toneladas de carvão. Sem contar com a abundância em metais raros, como platina, ouro, prata, etc.

1. MARTE É UM EXCELENTE PLANO B PARA A HUMANIDADE


A Terra já teve toda a vida presente nela erradicada por algum evento catastrófico (lembra dos dinossauros?) algumas vezes. E Marte poderia ser nossa melhor chance de manter a raça humana viva num caso desses. O problema seria dar um jeito de sermos auto suficientes em Marte, afinal, mesmo com a colonização, ainda dependeríamos de diversos fatores presentes na Terra. Por mais que sejamos capazes de plantar ou produzir comidas sintéticas em estufas, não teríamos animais selvagens, oceanos, peixes, etc. Para resolver esse problema, teríamos que executar o método de Terraformação, que é basicamente intervir no ambiente para tentar criar uma “nova Terra”, o mais semelhante possível.
E você, o que acharia de morar em Marte?
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domingo, 6 de outubro de 2013

On 16:25 by papa in , , ,    No comments
O Cometa C/2013 A1 foi detectado pela primeira vez em 3 de janeiro, o primeiro descoberto este ano em 2013. Segundo cálculos, ele irá passar a cerca de 37.000 quilômetros de distância da superfície de Marte, mas, as órbitas dos cometas são imprevisíveis e podem mudar à medida que se aproximam do Sol, pois, devido à sua composição, pode haver erupções de gases, o que faria com que sua rota mudasse de percurso, se afastando ou entrando em rota de colisão com o planeta vermelho.


Estima-se que o núcleo do cometa seja de até 49 quilômetros de diâmetro, se movendo a uma velocidade de 193.000 km/h, dando-lhe enorme energia cinética.

O renomado Astrônomo Phil Plait, autor do blog Slate's Bad Astronomy, calculou que, mesmo que se o cometa for de 14 km de diâmetro, uma estimativa baixa, um impacto com Marte causaria uma explosão de um bilhão de megatons. Isso é, diz ele: “25 milhões de vezes maior do que a maior arma nuclear já testada na Terra”.

O mais provável é que o cometa não atinja Marte, no entanto, o planeta irá passar pela nuvem de gás que será expelida pelo cometa à medida que ele se aproxima do Sol.

Como asteroides, os cometas são grandes pedaços de rocha espacial que orbitam nosso sistema solar. Mas, ao contrário dos asteroides, os cometas são embalados com gelo. Esse gelo não é necessariamente apenas água, também há elementos como o dióxido de carbono e monóxido de carbono, que na Terra, geralmente, conhecemos apenas como gases, mas que no curso gelado do espaço se congelam no núcleo do cometa.

No momento o C/2013 A1 está a mais de um bilhão de quilômetros do Sol, em algum lugar depois de Júpiter, ou seja, ainda é muito frio. À medida que a órbita do cometa o arremessa em direção ao Sol, essas substâncias passam do estado sólido para o gasoso, o que muitas vezes causam erupções na superfície do cometa, alterando a rota do cometa.


Com essa evaporação de gases, o núcleo do planeta fica envolto em uma nuvem difusa, chamada de 'coma', composto pelos gases e pedaços de escombros do cometa rochoso, podendo ter centenas de quilômetros de diâmetro.

Mesmo que o núcleo não atinja Marte, o efeito será apocalíptico para o planeta. Plait diz que o cometa deixaria uma cicatriz de centenas de quilômetros em Marte.Isso significa que uma erupção pode ser maior que a distância que ele irá passar da superfície de Marte, e “se isso acontecer vai ser uma chuva de meteoros dos deuses para o planeta vermelho”, escreve Plait.

E para as bases de observatórios na Terra seria ainda pior, já que, certamente, destruiria as sondas que estão em órbita e na superfície do planeta: “O material ejetado viria rigorosamente para o planeta e seria enviado para todas as direções na órbita de Marte”, segundo os escritos de Plait, “seria como estar orbitando em um tiro de espingarda”.

De acordo com os cálculos, o cometa deve passar por Marte em Outubro de 2014.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

On 13:33 by papa in , , ,    No comments
A startup holandesa Mars One, do alemão Bas Landsdorp, já tem mais de 100 mil pessoas inscritas para colonizar Marte em uma viagem sem volta. Os quatro selecionados receberão uma passagem apenas de ida para Marte.
As inscrições online ainda estão abertas até o dia 31 de agosto. Segundo informações da BBC, Lansdorp confirmou o número de inscritos aos principais jornais americanos. O cientista acredita que a quantidade de candidatos tende a crescer ainda mais nas próximas semanas.
Qualquer pessoa com pelo menos 18 anos de idade pode mandar um vídeo de inscrição explicando por quais motivos deve ser selecionada. Mas é preciso estar preparado para dizer adeus ao planeta Terra para sempre, pois não há planos de trazer os astronautas de Marte.
Quem decidir se inscrever precisa pagar uma taxa para ajudar a financiar o custo do projeto, orçado em 6 bilhões de dólares. O valor da inscrição varia de acordo com o país. Nos Estados Unidos, por exemplo, a taxa é de 38 dólares. Já no México o valor é inferior a 15 dólares. Até agora, o site do projeto confirma ter recebido inscrições de mais de 120 países. Entre eles está o Brasil, Argentina, Estados Unidos, Rússia, México, China, Canadá e Índia.
Após uma triagem feita com base nos dados enviados pelos candidatos, como currículo e vídeo, o processo seletivo passará para o nível nacional. Essa etapa será transmitida pela TV e internet em cada país participante e o público decidirá qual será seu representante dentre um grupo de 20 a 40 candidatos por nação.
Até julho de 2015, a Mars One pretende ter 24 astronautas organizados em seis grupos de quatro pessoas. As equipes, então, enfrentarão sete anos de treinamento, que incluem passar três meses em uma réplica da colônia de Marte. Os candidatos passarão por treinamento físico e psicológico. O público votará em quem tem que ir para Marte a partir de um conjunto de candidatos selecionados pelos especialistas da Mars One.
A cada dois anos, novos exploradores se juntarão ao grupo em Marte. A energia local será gerada por painéis solares, a água será reciclada e extraída do solo. Os astronautas cultivarão os alimentos e terão suprimentos de emergência.
Fonte: info