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domingo, 17 de novembro de 2013

Segundo um estudo astronômico da Universidade St. Andrews da Escócia, dentro de 5 milhões de anos, o Sol esgotará todo o seu combustível nuclear, transformando-se em um Gigante Vermelho. Sua superfície se expandirá até engolir diversos planetas, inclusive o nosso. Entretanto, um pouco antes disto, em torno de 2 milhões de anos, a superfície terrestre estará tão aquecida que os oceanos entrarão em ebulição. Nesta época, a vida estará restrita a um seleto grupo de micróbios que eventualmente também desaparecerão, no momento em que a Terra registrar uma temperatura de 140° Celsius; temperatura alta o suficiente para romper as cadeias moleculares de DNA.
 
Pesquisadores calcularam este prognóstico utilizando cálculos de reações químicas em escalas siderais, estabelecendo, com a subida paulatina da temperatura, o tempo com que a produção do vapor e o fluxo constante de carbono (CO2) afetarão a atmosfera. As primeiras vítimas mortais serão as plantas, incapazes de resistir aos níveis de carbono. Imediatamente em seguida morrerão os animais, que dependem das plantas para sua alimentação e respiração.
 
De acordo com este estudo, a evolução da vida nestas condições é praticamente imprevisível, até porque a Mãe Natureza pode ter alguns coringas na manga e combater os futuros efeitos climáticos extremos. Quem viver, verá!

sábado, 9 de novembro de 2013

On 02:46 by papa in , , , , ,    No comments
O professor Steve Benner, do Instituto Westheimer para a Ciência e a Tecnologia, nos EUA, é um dos especialistas a acreditar que um elemento que se crê ser crucial para o início da vida só estaria disponível na superfície marciana. Estas “sementes da vida” teriam então chegado à Terra em meteoritos resultantes de impactos fortes ou erupções vulcânicas em Marte.
“As provas parecem ser cada vez mais fortes de que na realidade somos todos marcianos. Que a vida começou em Marte e veio para a Terra numa rocha”, afirmou, na conferência Goldschmidt, que decorre entre 25 a 30 de Agosto em Florença, Itália.
“É uma sorte termos acabado aqui, uma vez que a Terra é, sem dúvida, o melhor dos dois planetas para manter a vida. Se os nossos hipotéticos antecessores marcianos tivessem ficado em Marte, poderia não haver história para contar”, sublinha.
A “semente da vida” a que Benner se refere é o elemento molibdénio, considerado um catalisador que terá ajudado a evolução de moléculas orgânicas para as primeiras formas de vida.
“Esta forma de molibdénio não existia na Terra na altura que a vida começou, porque há três mil milhões de anos a superfície da Terra tinha muito pouco oxigénio, mas Marte tinha”, acrescenta.

domingo, 3 de novembro de 2013

Muitas das coisas que vemos ou outras que nem imaginamos acontecem, surgiram de alguma forma, acontecem a todo instante, desaparecem, crescem, morrem, são criadas, são destruídas ou são descobertas. Mas a maioria delas acontecem sem que saibamos ou damos conta, e hoje vou compartilhar algumas destas coisas incríveis que provavelmente você não sabia sobre o mundo.
99% do ouro da Terra está no seu núcleo
A tecnologia de um Game Boy excede todo o poder da computação utilizada para colocar o homem na Lua
 Esta explosão é equivalente a 30 bombas de hidrogênio
Um adulto contém em  média 7 quintilhões de joules de energia
 A maior coisa viva é um fungo em Oregon, que abrange 10 km²
O animal mais longo é um verme marinho que pode crescer até 55 metros
A boca de uma baleia azul pode carregar o equivalente ao seu próprio peso em água
 Devido à gravidade, a altura máxima teórica de uma árvore é de 130 metros
A toupeira nariz-estrela é o comedor mais rápido do mundo
 O rato-toupeira pelado é imune ao câncer e pode viver quase sem oxigênio
 Em toda a história, o homem só tirou duas piscinas olímpicas de ouro da Terra
 Depois de seis anos, 10% do peso do travesseiro é composto por pele morta, ácaros e esterco de ácaro
 A idade média de um travesseiro é de 6 anos
Um pedaço de lixo espacial retorna à Terra todos os dias
 Os golfinhos podem chamar uns aos outros pelo nome
 Estrelas-do-mar não são peixes e baleias assassinas não são baleias
 Em um metro quadrado de sujeira pode existir até 200 vermes
 A mandíbula é a articulação mais comumente utilizado no corpo humano
Em um único dia 2 vacas podem encher uma banheira com cocô
As vacas produzem cerca de 140 litros de esterco por dia
 Os seres humanos têm 100.000 cabelos em suas cabeças enquanto as Lontras tem 160.000 por centímetro quadrado
O Astatínio é o elemento mais raro na Terra, com menos de 1 grama existente na crosta.
 Sua pele se renova completamente a cada 28 dias
 As rãs não podem engolir sem pestanejar, porque seus olhos ajudam a empurrar a comida em seu estômago
  Uma pessoa vai andar o equivalente a cinco vezes ao redor do equador em sua vida

terça-feira, 29 de outubro de 2013

On 06:57 by papa in , ,    No comments
Agência Espacial Europeia (ESA) é a porta de entrada da Europa ao espaço. Trata-se de uma organização internacional com 20 países membros, criada em 1975. Desde então, eles têm compartilhado incríveis pesquisas e imagens do mundo com o intuito de ensinar e também aprender mais sobre a Terra e o espaço. Com quase 12 mil imagens de alta resolução disponíveis através do seu site, o extenso arquivo da ESA é um grande recurso on-line para pesquisa e inspiração.
“As imagens de observação da Terra mostram o mundo através de um quadro amplo o suficiente para que os fenômenos de grande escala possam ser observados com precisão e totalidade, seria necessário um exército de observadores no solo para alcançar toda esta área capturada em imagem. ”
Se você está interessado em observar também estas incríveis imagens em alta resolução, entre no site da agência espacial e navegue por uma imensidão de fotografias, mas antes disso, veja uma bela coletânea preparada com algumas das imagens contidas no acervo:
1. Deserto da Namíbia
Namib_Desert

2. Veneza, Itália
Floating_city

3. Saara argelino
Algerian_Sahara

4. O Imperial Valley no sul da Califórnia
The_Imperial_Valley_in_Southern_California

5. Plâncton em abundância
Plentiful_plankton

6. Rio na floresta tropical, Brasil
Rainforest_river_Brazil

7. Neves em territôrios escandinavos
Scandinavian_snows

8. Campo petrolífero de Karakuduk, Cazaquistão
The_treasure_peninsula_of_Kazakhstan

9. Região de Palouse, no estado norte-americano de Washington
The_Palouse_region

10. Delta do Rio Ganges, localizado no Sul da Ásia – o maior delta do mundo
Ganges_dazzling_delta

11. Estrutura agrícola no Kansas, EUA
Agricultural_structure_in_Kansas

12. Iceberg Alley, na província canadense de Terra Nova e Labrador
Iceberg_Alley_Labrador

13. Al-Jawf, na Líbia, onde há um grande projeto de irrigação
Libya_s_Al_Jawf_oasis

14. Centro-sul da Romênia
Southern_central_Romania

15. Neve na Sibéria
Snowy_Siberia

16. O que parece ouro é, na verdade, o deserto de sal iraniano
Golden_curves

17. Delta do Rio Mississippi, EUA
Mississippi_River_Delta

18. Aragão, comunidade autônoma da Espanha
Agricultural_crops_in_Aragon_and_Catalonia

sábado, 28 de setembro de 2013


A Hidrelétrica de Três Gargantas é a central hidrelétrica com maior barragem e maior represa do mundo, e, segundo alguns, é tão grande que teria alterado a velocidade de rotação da Terra.
Mas será que isto é verdade? O que esta barragem teria de tão especial para alterar a rotação da Terra, se é que isto é possível?

A Represa das Três Gargantas interrompe o fluxo do rio Yangtze, o maior rio da China, na província de Hubei. O lago produzido pela alagação tem 660 km de comprimento e 1,12 km de largura, em média, com uma superfície total de 1.045 km². O volume total de água é 39,3 km³, pesando mais de 39 trilhões de quilogramas.

Elevar 39 trilhões de quilogramas de água a 175 metros acima do nível do mar altera o momento de inércia da Terra, reduzindo a velocidade de rotação do planeta. É um fenômeno semelhante ao que acontece quando um patinador encolhe os braços e gira mais rápido, e vice-versa.

Só que, no caso da Terra, 39 trilhões de quilogramas não é muita coisa – e essa diferença, apesar de existir, é praticamente imperceptível.

Usando cálculo semelhante ao que foi feito quando o terremoto do Japão foi acusado de encurtar os dias na Terra, cientistas da Nasa chegaram a conclusão que o dia deve ficar 0,06 microssegundos mais comprido com a elevação dessa massa.

Também deve alterar bem pouco a posição do eixo da Terra, em 2 centímetros, além de deixá-la um pouco mais alongada no equador e chata nos polos. [The Energy Library TEL 2, JPL Nasa, Nasa News]

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

On 10:11 by papa in , , , , ,    No comments
02 - futuro planeta
E tudo começou com a Guerra dos Cogumelos

quinta-feira, 25 de julho de 2013

On 16:32 by papa in , , ,    No comments
Uma pequena curiosidade para animar o fim do dia.

Era uma vez a Lua na Terra (1)

Antes dos astronautas fazerem a histórica viagem à Lua, eles tiveram que praticar na Terra, pela razão da superfície do satélite ser semelhante à da Terra. Para isso agência espacial NASAcausou uma enorme explosão no deserto do Arizona, para criar centenas de crateras na década de 60, tentando recriar a Lua na Terra.

Usando 78 kg de dinamite e grandes quantidades de fertilizantes misturados com combustíveis, uma parte do deserto Cinder Lake no Arizona, foi alterado de forma a assemelhar-se à superfície da Lua medindo cerca de 152 metros quadrados.

Era uma vez a Lua na Terra (2)

Criaram 47 crateras e a maior tinha 12 metros de largura. O modelo utilizado para as crateras foi baseado na região lunar de Mare Tranquilitatis onde os astronautas aterrissaram em 1969. Graças a esta réplica da superfície lunar, eles foram capazes de praticar o movimento no terreno acidentado e se prepararem para os desafios que os aguardava.

Os fotógrafos Nicola Twilley e Jeff Manou visitaram o deserto Cinder Lake recentemente e ficaram espantados quando viram que, graças à erosão do solo, as crateras foram preenchidos com areia e quase desapareceram.

Era uma vez a Lua na Terra (3)
Era uma vez a Lua na Terra (4)
Era uma vez a Lua na Terra (5)
Era uma vez a Lua na Terra (6)
Era uma vez a Lua na Terra (7)
Era uma vez a Lua na Terra (8)
Era uma vez a Lua na Terra (9)
Era uma vez a Lua na Terra (10)